16 de fev de 2013

Primeiro Olhar - Zero Hour - Série Nova


“Um segredo que poderia causar a destruição do mundo”


A nova serie da ABC, Zero Hour, não estreou lá com números promissores (1.3 na demo). Assumindo o lugar da ~fracassada~ cancelada Last Resort, a série não conseguiu emplacar uma boa audiência durante a exibição de seu piloto, o que faz com que as previsões não sejam as mais favoráveis ~alerta cancelamento~.

Durante a estreia, acompanhamos Hank Galliston (Anthony Edwards), um editor de uma revista cética, e seus assistentes (Arron e Rachel) em uma jornada através de teorias da conspiração no maior estilo Dan Brown. Com o sequestro da sua mulher Laila, interpretada por Jacinda Barrett, a sua única pista para encontra-la é um relógio que contém um mapa do tesouro.

No início do episódio, somos levados à Alemanha Nazista, onde podemos ver experiências com bebês, guerra, e a fraternidade Rosacruz tentando esconder algum segredo. Tudo muito solto, sem muita explicação por enquanto. Sinto que teremos muitos flashbacks ao longo da série. Esse pequeno começo, assim como o final, me fez pensar que a série que pode destacar aquele conflito que ninguém (ok, eu) aguenta mais discutir: ciência x religião. Bebês não fecundados em úteros, Igreja falando que isso é errado, nazistas ~homens maus~ clamando que a ciência pode criar o que bem entender, até, o que eu não duvido, chegar aos clones. Se a série insistir em bater nessa tecla, não vai parar em lugar em algum, já que é uma discussão sem fim. Mas isso são apenas suposições.

De volta aos dias atuais, Laila é sequestrada e Hank junta o seu pequeno grupo para pensar os motivos que levaram a isso. Com o relógio e o mapa devidamente encontrados, eles decidem procurar um padre (que pelo menos não morreu <3), que entende as coordenadas e explica sobre a Rosacruz. Enquanto isso, a detetive Beck Riley (Carmen Ejogo) descobre que Laila foi levada por White Vincent, um dos terroristas mais perigosos do mundo. E é aí que começa a jornada de Hank e seus amigos ~YEY~.

Gosto muito do tema de Zero Hour, e esse é o principal fator que me faz querer assistir uma série. Os produtores têm o queijo e a faca na mão, só restam saber trabalhar a história de uma forma envolvente e atrativa. Ingredientes a série tem: os relógios+religião deixam margem para uma trama que mostre “aventuras” na questão religiosa; a mulher sequestrada dá uma pitada de ação; a discussão entre as dualidades promovem um debate sobre o passado e futuro; os assistentes descontraem... Enfim, eu diria que esse piloto foi apenas “bom”, mas Zero Hour tem tudo para crescer. Senti falta de músicas “de verdade” na trilha sonora do episódio, e de algum entrosamento entre os personagens, mas esperarei que isso mude nos próximos. Para finalizar, só espero que a série não caia nas garras da propaganda norte-americana: quando o “lado bom” é o lado dos Estados Unidos, e o “lado mau” é o dos nazistas.

E aí, o que vocês acharam? Tem um futuro ou vai ser cancelada assim como a sua antecessora? Comentem e não deixe de nos curtir no Facebook! ;)

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