21 de fev de 2013

Review - The Carrie Diaries - S01E06 - Endgame


“Feliz Dia de Ação de Graças”

[SPOILERS]



É Thanksgiving Day em Connecticut. Feriado reservado para agradecer a Deus pelo ano e celebrar a colheita. No mundo das séries, esse é aquele episódio em que mãe/pai/tio/tia/avô/avó/cachorro/papagaio que nunca apareceu “volta” para a cidade, que famílias intrigadas dão uma trégua na rivalidade, que os protagonistas acolhem seus piores inimigos para a ceia, que os ex-namorados se perdoam... Enfim. É aquele típico: “tem tudo para dar errado, mas no final ele da certo”.

Em The Carrie Diaries não foi diferente. Durante Endgame, acompanhamos Carrie na tentativa de fazer um Dia de Ação de Graças no estilo do que a mãe costumava fazer quando era viva. Ou seja: acompanhamos Carrie tentando ser a mãe. A situação piora quando a avó fica impossibilidade de ir para Castlebury e Carrie tem que se virar para fazer o jantar sozinha. Para complicar ainda mais, o pai convida George, novo namorado da filha, que chega com seu próprio pai.

Em uma tentativa de impressionar o rapaz e fazer o jantar perfeito, a protagonista acaba “trocando os pés pelas mãos”. Atitude bem típica da personagem e que me cansa. Essa coisa de tentar impressionar, ficar deslumbrada com os detalhes mais banais às vezes não faz sentido. É difícil entender o comportamento bobo da protagonista, quando até a sua irmã ~mais nova~ tem mais maturidade para enxergar que aquilo não vai dar certo. Senti a Dorrit agindo como uma consciência da Carrie, um lado mais racional que a protagonista não consegue ter.

Enquanto tudo dá errado com Carrie, Mouse tenta salvar a pátria ~e a série~. Eu fiquei me perguntando se Mouse não tinha a sua própria família para passar o feriado. A coitada ficou o episódio inteiro tentando cozinhar para Carrie. Walt e Maggie pareceram mais separados que nunca: ela não sabe para onde ir, e ele não sabe se quer ficar com ela para sempre (todos esperando o Walt sair do armário). “Poor rich boy” se aplica a Sebastian. Sozinho no Thanksgiving. Mesmo que não tenha família, por que ele não planejou nada com a namorada? E por que ele apareceu na casa da Carrie? Não gosto dos dois juntos ~nem do humor “controverso” do Sebastian~, prefiro o George.

E aquele surto da Carrie? Ok, tudo deu errado, a coitada estava realmente tentando, mas foi totalmente desnecessário. Falar que o pai deveria cuidar delas? Coitado do cara. Antes de tudo, foi ela quem se ofereceu para fazer o jantar, é injusto jogar a culpa no pai.

Sinceramente, esse foi um dos episódios que eu menos gostei. Acho a série muito fofa, bem tranquila de assistir. É um típico filme da Sessão da Tarde, com problemas menos mirabolantes do que vemos nas séries teens atuais e com uma ótima ambientação dos anos 1980. Mas esse episódio serviu para que no andamento da trama? Para nada. Divertiu? Boring. O ponto positivo foi para o fato da Carrie não ter ido para Manhattan ~e logo ela não encontrou a chata da Larissa~. Eu estava esperando que isso acontecesse, mas pensei que ela iria dar um jeito de pegar o trem para a Cidade em todos os episódios.

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Ah, separei aqui as duas músicas do episódio que eu consegui identificar:

I Feel the Earth Move - Carole King
Space Age Love Song - A Flock of Seagulls

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