7 de mai de 2013

Review - Bates Motel - S01E08 - A Boy and His Dog


“Não quero conversar sobre isso”

[SPOILERS]



Se não fosse pelo final, eu diria que A Boy and His Dog foi um episódio bem meia boca. O Dylan voltou para seus problemas no mundo do tráfico de drogas, não tivemos evolução nas relações Norman/Norma/Bradley, a Emma ainda tenta com o Norman e a asiática continua desaparecida (uma menina sozinha no meio da cidade, sem ter para onde ir e ninguém “deu notícias”? Como assim?).

Porém, contudo e no entanto o episódio nos deus alguns detalhes importantes para o desenvolvimento da trama. O primeiro deles, logo no começo, tem relação com a Juno, falecida cachorrinha do Norman. Minhas suspeitas se concretizaram: o jovem levou o animal para o pai da Emma “dar um jeitinho”. Podemos dizer que esse foi o primeiro contato “de verdade” do Norman com a taxidermia. Para quem não se lembra, esse é um dos passatempos do personagem no filme Psicose, que tem uma coleção de pássaros empalhados.

 A partir desse contato inicial, vai saber o que Norman aprontará até o final da série. [Possível spoiler para quem não assistiu ao filme!] Voltando, novamente, ao filme, já sabemos que ele recupera o cadáver ~enterrado~ da mãe e guarda para si. Mesmo que a série não chegue a esse ponto, fiquei feliz por justificarem um comportamento presente no Norman de Psicose. Estrelinhas para Bates Motel por não esquecer completamente do filme. [Fim do spoiler]. Ainda sobre a taxidermia, o cadáver do Shelby apareceu meio que costurado. Será que o Norman teve um dedo nisso ou ainda tá muito cedo para o despertar cruel do garoto?

Por falar no Shelby, “o número 9” jura de pés juntos que sabe do ~affair~ do antigo xerife com a Norman, e deixa a mulher #preocupada. Ainda estou esperando explicações sobre Keith/Shelby/Asiática ~sumida~. O cara costurou o corpo do Shelby não faço a mínima ideia como. Será uma possível relação com a taxidermia/pai da Emma? A cena do cadáver realmente valeu a pena por ser inesperada. Talvez essa seja uma das coisas que me façam meu inconsciente gostar de Bates Motel: quando você pensa que nada mais acontece no episódio, o final te surpreende. E assim ~pelo menos eu~ sinto que não perdi meu tempo.

Outro ponto interessante foi o surto de Norman na escola. O Dylan já entendeu, a professora já entendeu e o psiquiatra já entendeu: o Norman é perturbado por causa da mãe. Se a Norma não fizer um tratamento, o pobre garoto não terá chances de ser alguém normal. Não entendi o motivo da resistência da Norman ao psicólogo do colégio. Qual era o problema? Tudo que ela queria era estar presente? No final, o psiquiatra ~escolhido por ela~ jogou na cara a influência que ela tem no Norman e pediu o afastamento durante as seções com o garoto.

Sobre o Dylan, ele voltou paro tráfico e a se meter em brigas. Eis que percebemos uma rotina. Gostei quando a Norman quis dar uma de “mãe” com ele. Tava demorando. E ele tava merecendo, já que está sendo um filho tão útil colocando “problemas” para dentro de casa. Aliás, a galera ~das dorgas~ citou um possível “chefe”, que vai além do chefe dele. Quem será? Será que tem relação aos assassinatos que estavam acontecendo na cidade? Será que tem relação com o “número 9”/Shelby/Keith?

Só eu que fico com mais dúvidas a cada episódio que passa? O que vocês acharam? Comentem e curtam no Facebook! ;)

Ps.: Foi lindo o fora que o Romero deu na Norma, só acho que ele deveria ter usado toda aquela imposição quando descobriu o cadáver do Shelby no motel.

Ps2.: A Emma continua tentando, tadinha. Quando é que o Norman vai entender que as meninas do tipo da Bradley sempre deixam garotos como ele na friendzone? Parece que nunca viu comédia romântica. #TeamEmma




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