20 de ago de 2013

Review - Dexter - S08E08 - Are We There Yet?

Você iria a um happy hour com essa galera?

Foi o que eu pensei.

(Cuidado, spoilers!)


               Zach mostra-se um discípulo do Código de Harry melhor que o esperado... Seria uma pena se ele morresse.
                Pelas mãos do Brain Surgeon.
                Estou de cara.
                De cara.
                Em Are We There Yet? (8x08) fica difícil não desconfiar de Dra. Vogel. No entanto, crer que ela é a assassina da temporada ainda é, para mim, difícil. Está fácil desconfiar dela, e talvez seja por isso mesmo que eu não consigo levar a hipótese muito adiante.
                Sinto que estou começando a resenha dessa semana pelo final. Desculpem, leitores, por isso, mas ainda estou sob influência daquele que é um dos melhores episódios da oitava temporada, senão o melhor.
              Agora, pela ordem dos fatos no episódio: não, Zach não é o assassino de Cassie.  Quinn ainda está encanado com Zach. Debra ainda odeia Hannah. Um episódio quase normal, até aí. A coisa começa a ficar interessante quando Debra propõe a Elway, dono da firma de investigações onde ela trabalha, que eles tentem capturar Hannah. Sabendo que Dexter não está “on top of it” (ou seja, cuidando do assunto), mas sim “on top of her” (preciso traduzir? Ri meia hora disso), Deb segue o sinal do GPS que ela instalou no carro do irmãozinho, e chega até ela.  E ela não a captura. Isso, claro, enquanto Zach e Dexter estão desovando o corpo da primeira vítima de Zach que se encaixa no Código de Harry. Ou seja, não tem como não amar.
                Depois de tudo isso, acontece um jantarzinho na casa de Dra. Evelyn reunindo três (talvez quatro) assassinos. Um excelente lugar para se estar. E é durante o jantar que temos a primeira dica de que talvez Vogel não seja tão inocente quanto parece: Hannah pergunta a ela como ela passou a se interessar por psicopatas, e a resposta é que tudo começou após “um incidente um tempo atrás”, que ela não contaria para “não entediá-los”.
                Nesse episódio também temos a filha de Masuka, Nikki, passando incenso no laboratório para limpar as más energias – espere até ela descobrir que o analista de sangue é um serial killer -, Debra pensando em voltar para Miami Metro e o bumbum de Michael C. Hall (para quem gosta das meninas, nada de bumbum de Yvonne Strahovski. Desculpem).

                Então chegamos ao final do episódio: Zach sentado na cadeira de Dexter. Sem parte da cabeça e com a parte do cérebro que o Brain Surgeon costuma remover (e eu que pensei que o arco do Brain Surgeon estava encerrado).  Dra. Evelyn com um vaso com a parte do cérebro que falta a Zach. E Hannah desistindo de fugir e ficando para (tentar) ser feliz para sempre com Dexter. Mas será que existem finais felizes para serial killers, mesmo na ficção? É o que saberemos até o final da temporada.

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