7 de mar de 2014

Review - The Blacklist - S01E15 - The Judge

The Judge N° 57 in the blacklist
Medo do Tom! O que foi aquela expressão final dele... e o caso em si foi muito interessante, fiquei meio perdida e tive que rever algumas coisas, mas no geral, foi um grande episodio.

Primeiramente, céus, quem é essa Jolene Parker, eu já tinha notado que o Red estava juntando dados sobre ela, mas eu imaginava que era algo relacionado a família dele – bem talvez seja –, que de alguma forma ela tinha respostas, ou mesmo que era alguém ligada a ele, não que ela estava atrás dele, muito menos que ele sabia onde ela estava. E nossa, pelo que eu entendi ela e o Tom meio que trabalham pra mesma organização/pessoa. Sei que deveríamos falar do Tom mais tarde, mas não dá, ainda estou em choque com a cara de psicopata que ele fez no final. O que foi ele falando “Eu disse que era apaixonado por ela pois esse é meu trabalho”, claro, eu desconfiava dele, como já disse antes, eu nunca gostei do Tom, mas também nunca pensei que a Lizzi era o alvo dele, eu acreditava que ele gostava dela, que era mal, mas gostava dela, e agora vem essa revelação. Nossa, preciso que revelem logo quem o Tom (se é que esse é o  nome dele mesmo) é de verdade. E sim Red, novamente, você tinha razão.


Bem, vamos ao caso da semana, The Judge (Juiz(a)), uma pessoa que recebia os pedidos de recurso de prisioneiros condenados a morte que juravam inocência, revia seus casos, e se descobrisse algo errado, algo que realmente mostrava a inocência daquele prisioneiro, faria justiça a seu modo, como o Red disse à Lizzi, olho por olho. Esse Juiz, faria o ‘culpado’ por um inocente pagar pelo crime que não cometeu, receber a mesma sentença que ele. A principio me pareceu mais um caso como o do Bom samaritano, uma pessoa que faria a justiça que ninguém quis fazer – e de certa forma foi isso -, mas então Harold Cooper torna-se o próximo alvo do Juiz. E devo confessar que por um momento eu realmente acreditei que ele era culpado.


Quando a Lizzi foi conversar com o tal Rifkin (o prisioneiro que pediu ajuda do Juiz e tornou o Cooper o próximo alvo) e apareceu aquela guia espiritual com ele, Ruth Kipling, eu desconfiei dela, então, quando revelaram que ela ara a Juíza, eu não me surpreendi, mas achei muito interessante que ‘o Juiz’ fosse uma mulher, e principalmente, ela agia por justiça e não vingança, achei isso ótimo.

Embora o Harold não seja meu personagem preferido, e eu ainda ache que ele esconde algumas coisinhas – assim como mais 85% dos outros personagens – foi agoniante ver ele ser colocado naquela cadeira elétrica pré-histórica com os pés dentro da água e aqueles panos molhados na cabeça. E então, o Red entra e salva o dia... fico me perguntando se o Red é persuasivo ao extremo, ou as vezes os membros da lista cooperam. A hora que a Ruth perguntou pro Red “Como você sabe o que eu estou pensando” eu pensei: ‘moça, eu fico me perguntando a mesma coisa’. Achei bem bacana ela se entregar e os argumentos do Red pra isso. Como eu já disse, fiquei meio confusa com o caso, mas pelo que eu entendi, no final das contas, o Harold não era tão culpado assim e o tal Rifkin não era o inocente que alegava ser.

E para terminarmos, alguns questionamentos, porque a Lizzi é o alvo do Tom? E para quem a Jolene realmente trabalha? Ela está atrás do Tom para ajudar ele ou para ir contra ele? A Lizzi é um alvo por estar envolvida de alguma forma com o Red – ainda acredito que ele é o pai dela – ou por algo mais? E afinal, quem é Elizabeth Keen, qual é a história do passado dela?

P.S.: Red nunca da ponto sem nó, foi ótimo ele explicando para o Harold que vai cobrar “o favor” na hora certa. E também achei legal ele cumprir o que disse pro moço que ajudou ele a encontrar a verdade sobre o Rifkin.

Por hoje é isso, espero que tenham aproveitado e não esqueçam de deixar um comentário sobre o que acharam... ate a próxima *-*























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