13 de mar de 2014

Review - Intelligence - S01E10 - Cain and Gabriel


“-Certo, qual é o problema?
-Nada!
-Gabriel, são 5 horas de voo, não me faça adivinhar.
-Ela (Lillian) está sentada no meu lugar.”

Como não rir com o Gabriel falando algo assim, e depois ainda descobrir que a Lillian ouviu...
O episodio dessa semana trouxe uma trama nova a serie, que porem já havia sido tratada em outras series, mas isso, na minha opinião, não tornou as coisas desinteressantes. Até porque armas químicas de risco biológico são sempre legais em series como Intelligence.

Bem, indo ao episodio, foi ótimo conhecer o lado mais pessoal da Lillian, a personagem em si já arrebenta em todos os episódios, então, conhecer esse lado mais emotivo dela foi bem legal. Ate porque, eu não sabia que ela tinha uma filha, muito menos uma filha tão crescidinha. E foi bom ver ela lutando com os protocolos para contar a filha o que estava acontecendo. Achei tão fofo a Riley conversando com ela. Eu nunca deixo de me surpreender com a Riley, quando ela disse pra Lillian ir conversar com a filha, que fosse o que fosse que havia ocorrido, ela conseguiria resolver, e depois no final, quando ela disse que se a Rebecca conhecesse a mãe de verdade ela ficaria orgulhosa.

Quanto ao caso da semana, um dedetizador, que na verdade é um homem com licença para comprar coisas químicas pesadas e um químico são colocados para trabalhar juntos por um desconhecido. O que eles tem em comum, ambos são protegidos pelo Sistema de Proteção à testemunha. Logo descobrimos que esse desconhecido tem algum tipo de paralisia, e que é  muito bom em hackear de um tudo, inclusive a linha telefônica do Gabriel. No decorrer do episodio vemos que o que o homem queria com o químico era criar uma neurotoxina que “causaria necrose muscular, paralisia muscular total, deixaria a vitima com um cérebro mas sem um corpo” e que agora ele precisava de alguém para dispersar a toxina. Novamente, Riley com seu raciocínio brilhante, fez a ligação que faltava e eles conseguiram chegar ao culpado, Jonathan Cain, um homem que possui uma síndrome chamada ‘Doença de Meniére’. Ele afirma que esta fazendo isso para algo bom, porque com mais pessoas infectadas, os cientistas terão mais incentivo para encontrar uma cura.

Gabriel e Riley conseguem por pouco evitar que a maleta com as toxinas sejam liberadas em um encontro de acionistas. Achei brilhante a ideia do Dr. Cassidy em congelar o timer e jogar a maleta na caldeira – certo, a ideia da caldeira foi da Riley, mas quem falou sobre precisarem de calor foi o Dr. Cassidy – tão bonitinho o Gabriel protegendo os dois da explosão com um escudo improvisado. E claro, como não comentar sobre o mini diálogo entre o Gabriel e o Doutor: “Pode! Não parece muito confiante Doutor!” “Pai?” “Imprevisível”. Mas claro que da certo no final, se não perderia a graça né...

O final foi muito bonitinho, com a Lillian conversando com a filha e relembrando um bom momento que passaram juntas.
Adoro a relação entre o Cassidy e o Nelson, é tão natural e eles com o Gabriel no inicio do episodio foi ótimo. Eu tenho achado bem interessante essa preocupação em mostrar o quão importante é a humanidade do Gabriel e como ele realmente se abala com isso. É bom ver que mesmo estando tudo ok em ele ter um chip na cabeça, algumas sequelas emocionais estão presentes e que eles estão lidando com isso.

E claro, não poderia ser terminar sem algumas frases marcantes da episodio

“-Eu nunca a vi deixar ficar pessoal!   
Está dizendo que nunca a viu agindo como você.” – Gabriel e Riley falando sobre a Lillian

“Toda mulher na comunidade de Inteligência quer ser como a Lillian” – Riley

"Contar não faz de você fraca Lillian, faz de você humana” – Gabriel

“Gás Carbônico neutraliza a toxina?” “Não, congela o timer!” – Gabriel e Dr. Cassidy


  Por hoje é isso, não deixem de comentar e ate a próxima *-*

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