20 de mar de 2014

Review - Intelligence S01E11 - The Grey Hat


Ele é o primeiro de sua espécie, o próximo passo da evolução... 
Adoro essa abertura, é simples mas mesmo assim eu gosto muito...

Gente, eu realmente não entendo sobre hackear e criar vírus e tal... mas, mesmo para o Gabriel, deveria ser tão fácil criar um reator falso e enganar um parasita eletrônico não enganável?
Enfim, não foi o melhor episodio de Intelligence, mas ainda assim deu para rir bastante. A trama da semana era sobre um parasita eletrônico imparável. Tal parasita havia invadido a rede de energia causando um apagão generalizado. No entanto não demorou muito para Nelson descobrir que o parasita estava no “lugar errado”e que ainda não havia encontrado seu alvo. Nesse mesmo tempo vemos os irmão Salvi – um esta preso e outro determinado a soltá-lo – que são responsáveis pela invasão mas não pela criação do parasita.

Assim, Gabriel, Riley e Nelson vão a Los Angeles atrás do criador do parasita, um hacker chamado Cortês, porem ao encontrarem o apartamento do hacker, Gabriel acaba matando um homem que eles julgam ser Cortês, mas não era, e quando um garoto aparece perguntando “Que diabos é isso” eles descobrem que Cortês na verdade se chama Troy e tem 15 anos.

Difícil não rir da cara do Nelson ao ver que o
Grande Cortês é um pirralho. Bom, quando o menino os
ajuda a decifrar o código do parasita, eles descobrem que o verdadeiro alvo é San Jacomo, um reator nuclear, e que o parasita alcançara o alvo em cinco horas. Quando Lillian esta discutindo com o conselho sobre o que fazer, um dos homens mostra um vídeo dizendo que em troca do Salvi que esta preso e prestes a ser extraditado para Russia, eles param o parasita.


Sem conseguir progresso com o parasita, Gabriel conversa novamente com Troy e acaba deixando o menino preso no carro para ‘pensar’ – serio Gabriel, as vezes para um cara com um chip no cérebro você é muito burro – enfim, quando Nelson descobre que a assinatura do hacker são os batimentos cardíacos e eles vão atrás do menino, ele já havia fugido e levado o carro com ele. Enquanto Riley e Gabriel vão atrás de Troy, Lillian convence o conselho que devem fingir uma troca para evitar o ataque ao reator. Quando eles encontram o garoto, os homens dos irmão Salvi estão tentando mata-lo. Após conseguirem salvar o menino, ele explica que não pode desativar o parasita de qualquer computador e que precisa da Nave-mãe, ou seja, o computador original que lançou o parasita. E adivinha com quem estava o computador? Exatamente, com o irmão Salvi livre!

A Inteligência propõe a troca do Salvi preso pela nave-mãe, porém o governo Russo já estava com a custodia do prisioneiro, e mesmo persuasiva, Lillian não consegue convencer o embaixador Russo a adiar a extradição de Salvi. Assim Gabriel é obrigado a causar “uma falha técnica” no avião e impedi-lo de decolar. O que faz o ‘pequeno’ Troy ficar abismado, achei uma graça a Riley dizendo a ele “isso foi apenas sorte”. Com o avião impossibilitado de voar, e após Lillian fazer uma promessa que não pode cumprir, a troca finalmente é aceita.
Porém, o irmão Salvi preso, que parecia saber que seu irmão estava tendo um caso com sua esposa, mata o irmão assim que o abraça, em seguida foge com seu pessoal e ainda explode a nave-mãe. Claro, tem um tiroteio e tal... mas ele foge.

Faltando menos de uma hora para o parasita chegar ao reator e ativa-lo, causando algo como uma explosão que lançaria radiação por quilômetros, Nelson, Riley, Gabriel e Troy parecem sem esperanças. Então o
garoto diz que nada para seu parasita, que ele se atrasa, mas não para. E novamente, Riley salva o dia dando a ideia de enganar o parasita eletrônico. Nelson diz que é possível e que eles poderiam criar um reator nuclear virtual. Cassidy explica que mesmo com o Gabriel seria difícil criar tal reator ‘fantasma’ pois deveria ter a mesma assinatura do original, mas eles não tem muita escolha, ou tentam o reator falso ou o verdadeiro é corrompido. Então – de forma fácil de mais ao meu ver – Gabriel consegue construir o reator e implanta-lo no sistema elétrico. O parasita encontra o reator falso e o ‘cheira’ mas em seguida vai embora. Quando tudo parece perdido – e a atuação da Lillian nos faz acreditar que as coisas vão dar errado – o parasita volta e cai na armadilha.

Por mais abstrato que tenha sido pra mim ver aquele reator virtual – como eu disse não entendo sobre dados e códigos e  essas coisas – a alegria deles ao conseguir parar o parasita valeu o episodio todo, foi tão contagiante que não teve como não comemorar junto.

E por fim, vemos o Gabriel contando ao Troy que quando ele fizer 18 anos poderá trabalhar na Base Cibernética, o que convenhamos, foi realmente inteligente da parte deles... Eu gostei muito do final, onde o irmão mais velho do Troy vem buscar ele, depois de 10 anos de procura, foi muito fofo quando ele disse ao menino “Você esta comigo agora” e o abraçou.


Ah, o termo Gray Hat, segundo Jameson, é quando se instala um parasita em um sistema corporativo e depois se chantageia o mesmo sistema. Mais ou menos “Pague e desativo o parasita”.


Bom gente, por hoje é isso... não deixem de comentar e ate a próxima.

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