23 de out de 2014

Review|The Blacklist S02E05 – The Front n° 74


E novamente tivemos mais perguntas que respostas, porém, foram perguntas rodeadas em um ótimo episódio. Logo no início conhecemos quem é o alvo da lista negra da semana, Maddox Beck, ou melhor, sua organização, – ou seja lá como ele chama seus seguidores – The Front. E gente, fiquei chocada, não por ele ter praticamente feito a mulher ser atropelada, mas pelo fato de ela estar gravida e ele nem ligar.

Quando eles descobriram que havia terra antiga sob as unhas da Marri Ann, e ligaram ao desaparecimento daquele quadro, e a Lizzy perguntou porque o quadro foi roubado, eu gritei “Porque é um mapa! E está com a S.H.I.E.L.D.!” Quase tive um treco quando o Beck colocou aquela luz especial e o quadro era um mapa mesmo... Mas o interessante desse mapa, era onde ele levava, o quadro continha as coordenadas para encontrar os restos mortais de um antigo sacerdote que havia morrido de peste pneumática há quase 700 anos atrás. E porque um cara como o Beck, que luta pelo meio ambiente iria querer isso? Simples, para fazer uma arma biológica capaz de exterminar meio mundo, literalmente.

E o que dizer sobre o Red tendo que esperar para ser atendido no DETRAN. Eu ri muito com a cara de impaciência dele, e o menininho dando doce pra ele, não tem como não amar o Red. Estou realmente curiosa para saber quem é a moça que ele procura, porque no pé que tá, eu já nem sei mais se ela é a Jennifer ou quem. Outra coisa hilária do episódio, foi a Lizzy contratando uma sósia para enganar o carinha que ‘cuida’ dela. Foi muito engraçado a sósia – que, por um momento, eu achei que fosse a Lizzy – tirando a roupa na frente da janela dele, e o Red falando com ele pelo telefone, enquanto ele tava com aquela cara de tongo olhando pra ela, só pra no final ela escrever, com batom, “Vai te catar”.


Mas, vamos voltar à arma biológica, gente, aquele Beck é muito louco, queria saber onde pessoas como ele conseguem tantas informações. Achei fantástico o Aram descobrir todas as coordenas super rápido, e ri com a carinha de medo dele quando o Red pediu pra ele procurar a Jennifer. Pela primeira vez não culpei a Lizzy por ser derrotada pelo bandido, afinal, ela foi acertada pelas costas né, não gostei da Navabi criticar ela não. E já que falamos em Lizzy, que foi ela com ciúmes do Red, amei ele dizendo “Por via de regra, eu considero ciúme uma emoção base, mas nesse caso, é adorável.” E a Lizzy respondendo “Meu Deus, eu não estou com ciúmes”.

Não consigo acreditar que pessoas se submetam a planos como o do Beck, ainda mais assim, por vontade própria. Ok, não vou dizer que morro de amores pela humanidade, porque sim, a espécie humana causou mais destruição do que a Terra em seus 6 bilhões de anos, mas ai, se dispor a matar milhares de pessoas por uma doença infecciosa e sem cura, gente, isso é crueldade, não salvamento do Planeta. Além do que, eu tinha certeza que ele a ruiva lá não inalariam o vírus, ele é do tipo que incita a causa mas não morre por ela. Porém, uma coisa tenho que dizer, esse Beck foi engenhoso, criou uma variação da pneumonia, altamente contagiosa, e o mais importante, rapidamente contraída e ainda espalhou pelo mundo todo, até para São Paulo ele mandou um dos seus seguidores. A correria para parar os transportadores do vírus e ainda isolar aqueles com quem eles tiveram contato foi ótima. E como nada pode terminar de forma fácil, a Navabi tinha de levar um tiro e ainda ser contaminada, e claro, a Lizzy precisava ser infectada também, porque episódio sem carga emocional não tem graça.


Achei muito fofo da parte da Lizzy entrar para ajudar a Samar, a conversa delas foi muito bonita,
adorei ver a Lizzy confessando que sente ciúmes dessa menina que o Red quer proteger – não esquenta não Lizzy, todos nós sentimos – e fiquei preocupada com o que ela ainda sente pelo Tom, porque ficou bem claro que ela ainda sente algo por ele. E aqui, nota 10 pro Aram, adoro esse rapaz, em ligar pro Red e contar que a Lizzy estava infectada, o Red deixando TUDO de lado – inclusive a busca da garota, que o carinha encontrou como Zoe – para buscar uma cura para a Lizzy foi lindo de mais. Sério, ele precisa ser pai dela, to nem ai como, ele tem que ser pai dela.

Finalizando, eu disse que o Beck ficaria livre, bonito e faceiro no final de tudo, que ele veria o “fim do mundo” no seu “Eden”, como disse o Red. Bem feito ter tido que encarar o Red, sorte dele que ele estava com pressa para salvar a Lizzy. E nem sei o que dizer desse final, que foi mais bonito do que o de costume, com o Red colocando o fone de ouvido na Lizzy e pondo ‘You Were Born’ pra ela ouvir e segurando a mão dela. E depois o Aram com a Samar... Só não entendi bem esse final, o Red achou a garota, ok, mas apenas a observou e foi embora? E porque ela é importante contra o Berlin? E afinal, o que tem atrás daquela porta, que ela não quer que ninguém saiba?? Espero mais respostas – e pela promo, elas virão – no próximo episódio...



Por hoje é isso, espero que tenham gostado, ate mais... *-*

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