21 de nov de 2014

Review|Agents of S.H.I.E.L.D. – S02E08 – The Things We Bury


“É sempre bom olhar diretamente nos olhos do inimigo”

Ow, que episódio foi esse, eu nem pisquei e ele passou em menos de cinco segundos. E nesses míseros cinco segundos, eu tive, pelo menos, uns 7 minis ataques cardíacos, nem quero ver o que será do meu frágil coração na midseason finale. 

Vamos a Review então, um pouquinho atrasada, mas enfim aqui... Tudo começa com uma lembrança do Dr. Whitehall sobre a época em que encontrou o Obelisco – ou Divinador – e as experiências que ele realizou no povoado local para tentar entendê-lo. A princípio, parece apenas uma lembrança isolada, então, uma jovem é levada para a “sala de experiências” e é impressionante a semelhança dela com a Skye, quando eles a obrigam a tocar o Obelisco, nada lhe acontece. O que salvou a garota, foi a queda do Caveira Vermelha, porque depois da frase “Descoberta requer Experimentação” eu não duvido de mais nada.

Nos dias atuais, o pai da Skye tem uma conversa com o Dr. Whitehall, e aqui eu me pergunto, porque ele se deixa ser tratado dessa maneira, mas né, seguindo o ritmo do episódio passado, as respostas estão sendo bombardeadas sobre nós, e trazendo com elas novas perguntas e novos cenários. Eu sei que disse que não gostava do pai da Skye, mas sabe, depois desse episódio, eu gosto dele. Primeiro por chamar o Whitehall de ‘mente pequena’, sim, ele contou que o Obelisco não é apenas uma arma, mas sim a chave para uma cidade, uma chave que aceita apenas alguns seres em especial, por isso o nome divinador, mas, principalmente, pelo sarcasmo que ele usa ao falar.

Indo para a equipe do Coulson, achei tão fofo a May indagando o Coulson de porque ele estava no Havaí e ela estava tomando conta da base. Enquanto isso, lá estava a Bobbi, tentando obter respostas do Bakshi, ela tem um método de interrogatório tão controverso, isso é tão legal, sempre imaginei que é melhor mexer com a mente de alguém do que usar a força para obter respostas, e ela faz isso tão bem que chega a ser assustador. Já o Mack, ele não está mais sendo legal há tempos, sim, eu sei que ele questionar o que aconteceu com o Coulson torna a equipe real, traz humanidade a série e etc, mas eu não gosto mais dele, então não, eu não vou defende-lo, se ele não viesse com o papo de ‘como deve ser terrível ter sangue aliem’, aposto que a Skye teria contado a ele tudo o que aconteceu com a equipe. Enfim, adorei a forma como a Bobbi conseguiu pegar as frases corretas para o desenrolar da história. E que dó da Jemma concordando com ela de que todo membro da H.I.D.R.A. pode ter sofrido lavagem cerebral e não saber, e então perceber que isso pode ter acontecido com ela. Ainda bem que ela não se deixou afetar com isso, e logo falou sobre os arquivos da R.C.E. que estavam na base.

Vamos falar um pouco sobre os Wards, eu achei que o Grant ia dar uma surra no Christian, mas foi,
novamente, mais psicológico. E durante quase toda a cena, eu realmente não fazia ideia de quem estava falando a verdade. Então, o Christian acha o tal poço, eu tive certeza que o Grant ia jogar o irmão no poço, mesmo depois de ele ter confessado que induziu o Grant a jogar o Thomas no poço, quando eles eram crianças. Mas ele não fez isso, e o que mais me chocou nessa cena, foi o Christian falando que só queria o Thomas morto, porque ele era o único que a MÃE deles não TORTURAVA. Gente, que família é essa! Outra coisa que chamou minha atenção, foi o Grant abraçar o irmão e eles deixarem o poço juntos, eu cheguei até a pensar que o Grant só estava perturbado e que esse era o começo para sua redenção. Novamente, mal sabia eu o que viria pela frente.

Falando um pouquinho de FitzSimmons – porque eu me recuso a escreve-los em parágrafos separados -, O Coulson colocando o Fitz de volta no campo, foi tão fofo, amei ele dizendo pro Fitz que acreditava nele, e que ele conseguiria montar aquele transmissor, mesmo sob pressão e com apenas 6 minutos. E a Simmons, revelando seu fascínio pela Agente Carter ao falar para May sobre os arquivos. Amei ela dizendo “Você ouviu o que eu acabei de dizer... isso esteve nas mãos da própria Agente Carter”.

E na sequência, tan ran, temos lembranças com a própria Agente Carter, de quando ela prendeu o Dr. Whitehall – que na época se chamava Werner Reinhardt – em 1945, pelo que eu entendi, naquela mesma base. Gente, como eu gosto da Peggy, todo aquele jeito super Agente dela, a forma como ela enfrenta o Dr. Whitehall, o respeito que ela impõe, enfim, adorei ela dizendo a ele: “Não haverá segundas chances para você.” E ele começa a falar sobre a estrela que caiu do céu e trouxe, além do Obelisco, os anjos azuis, que vieram conquistar o mundo. Foi muito legal a lembrança ser interrompida pelo final da explicação do pai da Skye, dizendo que eles não vieram conquistar, mas sim destruir a raça humana, exceto alguns poucos escolhidos, aqueles que podem segurar o Obelisco. Me deu um certo medo quando o pai da Skye disse, que tudo o que ele queria era matar quem tirou tudo dele, e se reunir com sua família no pós vida. Como assim, no pós vida!? A Skye está bem vivinha e esperamos que ela continue assim.

Acelerando um pouco, ou escreverei um livro aqui, entre outros arquivos da R.C.E., a equipe encontra uma foto do  Werner Reinhardt, e Simmons o reconhece como o Dr. Whitehall, logo em seguida, a May encontra uma foto dele velhinho, e somos levados a novas lembranças, as quais nos dão mais respostas. Bakshi solta o Sr. Reinhardt, em liberdade médica, 40 anos depois, e o leva ate a mesma jovem do começo do episódio que, por incrível que pareça, ainda é a mesma jovem. Tendo a descoberta sobre Whitehall em mãos, Lance dá os arquivos a Bobbi, que os usa contra Bakshi. E mais respostas surgem, respostas realmente terríveis, inescrupulosas, eu li um comentário sobre Daniel Whitehall ser o perfeito cientista nazista, eu concordo plenamente, o que ele fez com aquela mulher, foi mais que tortura. Quando o Bakshi pergunta “o que você tirou dela” e ele responde “tudo o que eu pude”, não foi literalmente não, ele realmente quis dizer tudo, sangue, medula, órgãos, tudo, e depois a jogou fora como uma coisa que não valia mais nada. E se não fosse o bastante, ele usou esse ‘tudo’ que tirou dela, em si próprio para voltar a ser jovem. Completando a trama, depois que a Bobbi jogou todos esses fatos na cara do Bakshi, ainda alegando que ele poderia ter sofrido lavagem cerebral, o cara dá com a cabeça na mesa e começa a espumar, havia uma capsula de cianeto implantada em sua bochecha.

Estamos quase no final, o plano, meio maluco do Coulson, que necessitou de uma ida ao Havaí, para entregar um botão e um relógio, que tinham um cavalo de troia, a um amigo do Coulson, que se encontraria com um cara que tinha acesso a rede de satélites, rede essa que eles precisavam derrubar, para que os satélites da Austrália - local onde o Bus se encontrava - entrassem no ar e a Skye pudesse hackear o sistema e eles pudessem rastrear a cidade dos símbolos. Três destaques aqui, primeiro, o Fitz voltando a fazer brincadeiras e dando conta de tudo em menos tempo do que o pedido. Segundo, e talvez o mais importante, Tripp, que além de levantar a moral do Coulson em todos os momentos, os salvou quando tudo deu errado e ainda acabou levando um tiro – céus, quase tive um infarto quando ele levou o tiro e não levantou mais. E terceiro, o pai da Skye aparecendo lá e se apresentando como ‘The Doctor’, que agonia ver ele mexendo no ferimento do Tripp, e depois ainda ameaçando o Coulson, pois ele havia cortado a artéria braquial do Tripp. A conversa dele com o Coulson foi ótima, ele gritando “você não é pai dela” e dizendo “os fins justificarão os meios” foi assustador. Graças a Deus, depois de tudo, o pai da Skye deixou aquele coagulante para que o Coulson e o Fitz pudessem salvar o Tripp.

Finalizando, quando tudo pareceu dar certo, eles me terminam o episódio justo quando a cidade é localizada. E claro, o desfecho com o Ward, que me fez ficar sem palavras, sem ar  e me sentindo estupida por acreditar nele, o filho da mãe não só se juntou a H.I.D.R.A., como também matou os pais e o irmão. Não me interessa o motivo que ele teve para fazer isso, se não havia perdão antes, agora é que não existe de vez. E, finalmente, a cartada final, após dizer ao Whitehall que é sempre bom olhar nos olhos do inimigo – olhando profundamente em seus olhos – temos a última lembrança, o pai da Skye encontrando o corpo da mulher que o Whitehall matou, a abraçando e jurando se vingar pelo que fizeram a ela.

Seria essa mulher a mãe da Skye? Eu acho que sim. Será que eles vão conseguir chegar a tal cidade, e o que há escondido atrás dos portões dessa cidade? Ai, ai, ai, prevejo ataques cardíacos para os próximos episódios. Por hoje é isso pessoal, desculpe pela Review enoooorme, nós vemos dia 02 *-*


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