7 de nov de 2014

Review|The Blacklist S02E07 – N°22 The Scimitar


E após quatro dias de espera, finalmente temos o episódio 7, e olha que a espera realmente valeu a pena, porque ação e surpresas não faltaram no episódio, mesmo que algumas tenham sido um pouco obvias.

Bem no comecinho fiquei em dúvida se a mulher era a Samar, ai quando o carinha foi jogado/caiu do decimo segundo andar, sim, eu tive certeza que era ela. Momentos depois, o Red nos confirma isso, quando dá início ao caso da semana. O homem era Kian Nouri, o melhor cientista nuclear do Irã, e foi morto pela Agente Navabi para ‘minar’ o programa nuclear do Irã, a mando da CIA e do Mossad, então, é claro, haverá retaliação, já que os EUA mataram o melhor cientista deles, agora eles querem matar o/a melhor cientista nuclear dos EUA. E para isso, requisitaram os serviços de um assassino de codinome Cimitarra, que, segundo a descrição do próprio Red, é “parte assassino e duas partes vigarista”.

Sabe o que eu acho engraçado, que sempre sobra para os pobres cientistas, e ninguém os ensina a se defender, claro que cientistas são os melhores, mas são sempre os primeiros alvos e ainda assim, muitas vezes são deixados de lado. Enfim, voltando para o episódio, ainda bem que Secretário Adjunto acreditou, mesmo a contra gosto, no Harold e colocou dois dos três melhores cientistas nucleares sob proteção, deixando apenas Amalia Collins, que dá aulas de astrofísica em seus ‘dias de folga’ e que não pode ser colocada sob custodia protetora, pois tem uma palestra marcada e chamaria muita atenção para ela desmarca-la. Assim, obvio que algo daria errado e o Cimitarra chagaria a ela, mas falamos disso mais a frente.

Antes temos um assunto chamado Tom para tratar, gente, queria muito saber como a Lizzy conseguiu
mantê-lo preso, quer dizer, claro que ele estava mortalmente ferido – ainda acho que esse homem fez algumas horcux – e não tinha como fugir dela, mas quem cuidou dele e porque agora ele nem cogita fugir? Eu realmente espero que ele fuja, ele é muito bom como vilão.  A Lizzy interrogando ele foi muito bom, mas não acho que ele deu as respostas por um cobertor, sim, morrer de frio não era uma opção pra ele, mas acho que ele tem algo em mente. De qualquer forma, para minha grande surpresa, é a Lizzy quem consegue informações sobre o Berlin, e vamos concordar, ela ameaçando o fornecedor de armas do Berlin, foi muito Red, ate imaginei ele dizendo “essa é minha garota”, porque ela não deu escolhas ao cara, não precisou de uma arma, mas que não escolha a ele, não deu. Amei o Red perguntando à Lizzy como ela conseguiu a informação sobre o Berlin, e ela mentindo pra ele, e ele dizendo “se não tivesse me dito que matou o Tom, diria que ele é seu informante”, a cara dela ao negar foi ótima. Acho que agora o Red já sabe quem é o ‘amigo secreto’ da Lizzy.

Voltando ao caso, o FBI encontrou uma câmera de vigilância iraniana, e o Aram consegue a localização do lugar para onde as imagens eram enviadas. Chegando no local eles encontram tudo sobre um homem que, supostamente, trabalhava na defesa dos cientistas, então a Lizzy e o Ressler vão atrás do homem, para protege-lo do Cimitarra e é ai que dá tudo estrondosamente errado. Os carinhas do Cimitarra perseguem o carro do FBI e jogam um treco pra dentro e o carro tomba inúmeras vezes com o Ressler, a Lizzy e o carinha dentro. E aqui, me perguntei como o FBI demorou tanto pra notar que seus dois agentes não respondiam, quero dizer, eles tem muitas coisas pra fazer, mas eles não deveriam ter uma comunicação direta com seus agentes? Enfim, o que importa é que o Aram alertou que não estava tudo bem e eles começaram a procurar por eles.

Quando a Lizzy acordou naquele quarto de hospital, toda cheia de fios a ligando as maquinas e o braço quebrado, eu achei estranho ela estar com as próprias roupas, e não com a roupa do hospital, mas o médico foi tão gentil com ela, explicou a condição do Ressler, que não parecia muito boa, já que ele teve um traumatismo craniano,  e prontamente arranjou um telefone para ela avisar onde estava, que eu nem desconfiei que ele não era médico, eu achei que eles estavam em perigo, mas não em um falso hospital. Então a Lizzy fala com o Harold, explica o que aconteceu, que o carinha que eles estavam tentando proteger sumiu e que deveriam cancelar a palestra da Collins, e o Harald diz a ela que o hospital em que eles estão é ótimo e que a Samar já está a caminho. Então eu pensei ‘ ah, paranoia minha achar que eles estão em perigo’. Mas não era, e ainda bem que a Lizzy percebeu, e olha que eu demorei pra notar que aquilo na mão dela era maquiagem para cobrir as tatuagens do falso médico. Foi muito boa a encenação dela, fingindo estar fora de si ao lado da cama do Ressler só para conseguir pegar a tesoura da tal enfermeira.

Por um momento, eu acreditei que a Zoe fosse mesmo filha do Red, mas não podia ser, mesmo que as
histórias batessem, e que ela não visse o pai há muito tempo e odiasse as coisas ruins que ele havia feito, ela não podia ser filha dele, e se não era dele, só podia ser de uma outra pessoa... e quando ela quase desmaiou com algo que o Red colocou na bebida dela, eu tive quase certeza de quem ela era filha.
De volta ao hospital, que agonia a Lizzy cortando a tala do braço e encontrando aqueles dois pregos fincados no braço dela, e ela tirou como se não fosse nada, imagina a dor quando colocaram eles lá... e ela enfiando a seringa no pescoço da enfermeira dopando-a,  também foi ótimo. Tadinho do Ressler, todo perdido por causa do sedativo, mas ainda bem que não havia nenhum traumatismo né. Outra que agiu de forma ótima, foi a Samar, se o FBI não pode chegar ao restante da equipe a tempo de salva-los, o Red pode. Acho tão legal o Red conhecer as pessoas certas e essas pessoas saberem exatamente o que fazer. Assim, ele e a Samar vão ate a casa de um homem, o tal Amir Massan, que pode ter informações sobre o Cimitarra, conseguindo as informações, a Agente Navabi chega a construção onde o Ressler e a Lizzy estão bem a tempo de salva-los, embora eles estivessem se saindo realmente bem sozinhos.

O grande problema? O Cimitarra já sabe onde a Professora Collins está, e certamente esta um passo a frente do FBI. Quando o moço falou pro Harold que haviam dois homens protegendo a professora, eu pensei ‘serio, dois homens, eles vão pegar ela!’ e o que aconteceu, é, eles pegaram ela, a coitada tinha, nas palavras do Cimitarra, “que pagar pelos pecados do governo dela”. Ainda bem que eles pensaram rápido e cercaram o hotel. E ainda bem que a Lizzy reconheceu o Cimitarra e conseguiu salvar a professora antes que ela morresse por falta de ar dentro daquela mala.

Caso da semana encerrado, ainda precisávamos entender quem era o irmão da Samar, que o Red havia citado mais cedo. E claro, o Cimitarra foi atrás do tal Amir e quem estava lá, o Red, então ele liga para Samar e os deixa sozinhos, já que a Lizzy encontrou o paradeiro do Berlin. Não achei que a Samar fosse mesmo matar o Cimitarra, e acabei ficando curiosa demais para saber quem é esse irmão dela.

Quanto ao desfecho final, ainda estou pasma, não pela revelação, mas pela forma super direta com a qual o Red disse tudo. Ele chegou no covil do Berlin todo confiante, fez o discurso dele, afirmou que não havia matado a filha do Berlin, o Berlin afirmou que não acredita nele, e ainda disse: “Minha filha esta morta, mas a sua não... quem sabe quando eu acabar com ela estaremos quites” ai o Red, com toda classe, faz sinal para Zoe sair do carro e responde “Essa é a filha a quem você se refere? Porque essa não é minha filha, ela é sua”. E ai acaba. Como assim, acaba assim, eu precisava de mais!

Finalizando, porque já passei muito do enorme nessa Review, será que o Berlin estava mesmo falando da Zoe, ou ele se referia a Lizzy? E o que a Lizzy pretende fazer com o Tom? Não acredito que ela vá matar ele, nem entrega-lo ao Red... Enfim, por hoje é isso gente, até a próxima semana. Lembrando que semana que vem temos o último episódio de The Blacklist antes do hiatos.  

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