14 de nov de 2014

Review|The Blacklist S02E08 – N° 12 The Decembrist


Foi um ótimo episódio e tal, o Red mostrou porque é o protagonista dessa serie e tudo, mas, eu queria um pouquinho mais, quem sabe três ou quatro respostinhas... mas no geral, foi um grande episódio.

A começar por podermos entender o que aconteceu com o Tom depois que o Red deixou a Lizzy sozinha com ele, para supostamente, terminar de mata-lo. Não imaginei que ela tivesse arriscado tanto para mantê-lo vivo. Em seguida, temos a continuação do encontro entre o Berlin e a filha, e ai, eu fiquei confusa, porque o Berlin fala que tudo começou em 1991, com um bombardeio, onde o nome do Red foi dito como suposto responsável pelo ataque. Então, após a Zoe contar que um homem conhecido como Decembrist foi quem a tirou do pais, e o Red convencer a Lizzy a levar tal nome à força tarefa, e eles descobrirem o verdadeiro nome do homem – Kyril Morozov, um dos homens mais poderosos da Russia -, uma mulher que parece ser superior do Harold, fala que eles não vão interrogar Morozov por algo que ele pode nem ter feito a 25 anos. A serie se passa em 2016 então?

Bem, enquanto toda a trama com o Morozov se desenrola, temos uma trama companheira se desenrolado ao redor do Tom. Eu tinha certeza que algo daria errado, mas me deu muito dó quando a Lizzy perdeu completamente o controle da situação. Tadinha, ela estava tão confiante, e vem o Tom e destrói tudo em apenas algumas palavras, e ainda completa matando o senhor que o encontrou preso no barco. 

Tendo o verdadeiro nome do Decembrist, Red e Berlin, em uma parceria improvável, partem atrás do
homem. E claro, o matam, mas não sem antes faze-lo contar o que realmente havia acontecido e quem era o verdadeiro mandante por trás de tudo. Quando o Morozov falou que o verdadeiro responsável se chamava Alan, eu demorei pra ligar o nome ao senhor que mandou torturarem o Red na primeira Fall Season, na verdade, só notei que era ele quando ele apareceu. E aqui, algumas respostas foram dadas, envolvidas em outras perguntas, mas ao menos foram dadas, como o fato de o Alan ter mandado o Berlin atrás do Red porque eles não estavam em ‘uma boa situação’ na época. E a história por trás da foto que tanto o Red quanto o Berlin tinham. Foi legal ver como “tudo esta conectado” aqui também, mas eu não entendo que acordo é esse que o Red tem com o pessoal do Alan, nem quem é esse pessoal. Bem, quando o Red avisou o Alan que o Berlin estava atrás dele, e a mulherzinha lá não quis aceitar o pedido do Harold, para levar o Alan para força tarefa, ficou claro que o Berlin ia pega-lo.

Achei uma graça o Red, com toda a pompa de pai, dizer a Lizzy “Elizabeth, precisamos conversar”. Ele disse a Lizzy tudo que todos já haviam notado, mas não disseram, que ela ainda ama o Tom e estava brincando de tê-lo sob controle. Mas mesmo dizendo isso, bem que o Red aproveitou a oportunidade de ter o Tom em mãos para descobrir mais sobre o Berlin. Realmente senti um pouco de pena ao ver o desespero no olhar da Lizzy ao deixar o Tom andar livremente. E foi fofo de mais o Ressler defendendo ela, e quase entrando em uma luta com o Tom, aliás, acho que já faz um certo tempo que o Ressler quer bater no Tom. Mas no final das contas, o Tom deu a eles o endereço e a Lizzy deu a ele a liberdade. Que agonia ver o Alan com aquele colar bomba no pescoço, eu não gostava dele, mas que deu agonia, ah isso deu.

Novamente, gostei do Ressler protegendo a Lizzy, dizendo que a fonte dela era o Red, quando o Alan foi levado a força tarefa para tentarem desarmar a bomba no pescoço dele. Não acreditei quando o Red foi atrás da Zoe e ela concordou em marcar um encontro com o pai. Poxa, tava na cara como isso ia terminar. Quer dizer, meio na cara né, porque eu me acostumei com o Red sempre conseguir o que quer, então, achei que o Alan ia sobreviver, mas não, o homem literalmente explodiu, em uma cena bem desagradável, devo dizer. Mas antes de explodir, ele conversou com o Red, e eu me senti ouvindo uma conversa criptografada, porque não entendi metade. Por exemplo, o que, pelos céus, é a Fulcrum? E o que tem no tal cofre em São Petersburgo? E quem são os moderadores, moderadores de que, afinal? E o que vai acontecer em 2017??

Seguindo, quando o Red mandou soltarem o Berlin e ofereceu bebida a ele, eu achei que tava envenenada, mas ai o Red começou a beber junto, o pobre Berlin já estava mais pra lá do que pra cá, e o Red lá, firme e forte, então, a garrafa de bebida acaba e o Red dá sei lá quantos tiros nele. Desnecessário Red, desnecessário! Não precisava matar ele não, o cara praticamente nem oferecia mais perigo. Mas né...

Finalizando, realmente me deu ainda mais dó da Lizzy quando ela falou pro Red que não conseguiu matar o Tom, que depois de tudo que ele fez, ela não conseguiu. Então, o Red abraçou ela falando que não havia nada de errado com ela e que quando se ama se perde mesmo o controle, e foi tão fofo ele beijando a testa dela com todo aquele carinho paterno. E pra que? Para na cena seguinte encontrar o Tom e dizer que ele nunca mais veria a Lizzy, ate ai tudo bem, ele ainda estava agindo como pai, então o Tom me solta aquele: “Eu não falei à ela nada sobre nós”. Como assim, não falou pra Lizzy nada sobre eles, não pode haver um ‘algo’ sobre eles, nem deveria haver um 'eles' nessa história. Isso não pode acontecer, o Tom trabalhava para o Berlin, ele não tinha relação alguma com o Red, porque se ele tiver, qual a intenção do Red com a Lizzy? Ela é o que, o nome número 01 na lista negra?!? Isso não é justo não produtores, nós precisamos de respostas agora!

Lembrando que essa foi a Fall Season de The Blacklist, o que quer dizer que, só veremos o Senhor Reddington daqui um bom tempo. Por hoje é isso pessoal, espero que tenham gostado e ate mais *-*


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