29 de jan de 2015

Review| Agent Carter - S01E04 - The Blitzkrieg Button


"Essa pistola é automática? Eu quero isso."

Ohw, quem quer ver o Agente Thompson levar um soco da Peggy levanta a mão. Gente, que cara mais chato, não serviu pra muita coisa e ainda fez piadinha de tudo, por favor, estou esperando ansiosamente pelo dia em que a Peggy e o Sousa irão sapatear na cara dele. Antes de começar a Review em si, vamos parar um momento para o ‘anteriormente em Marvel’s Agent Carter’, no último episódio, vimos Peggy e Jarvis recuperando os artefatos do Stark, claro que ela não poderia levar credito por isso sem entregar seu duplo trabalho, então Jarvis liga para o Sousa que ‘encontra’ os artefatos. Por fim vemos a morte do K... e da única testemunha, que poderia apontar os ladrões do cofre Stark.

No episódio dessa semana, temos a participação do próprio Howard Stark, e do Stan Lee, é claro, mas . Outra coisa em que temos que concordar é que o Howard teria sido pego em minutos se não fosse pela Peggy, amei ela dizendo “Deus me ajude, vire a direita” e o levando para o Griffith. Definitivamente as cenas entre a Peggy, a Srt. Fry e o Howard foram as mais engraçadas, a expressão de ‘não acredito’ da Srt. Fry quando havia somente roupas no elevador foi divertida, mas a Peggy pegando o Howard no quarto de uma das moças foi absolutamente hilário.
falamos dele depois. A principio eu fiquei um tanto confusa, mas depois, pensando que se tratava de Howard Stark, é, não foi tão confuso assim... Howard pagou um contrabandista para contrabandear ele mesmo dentro de um o que, contêiner-quarto-salinha-de-jogos. Atitude um tanto arriscada, mas temos de concordar, bem criativa. 

Passando do divertido ao chato, achei o discurso do Agente Thompson absolutamente arrogante, talvez porque eu tenha o achado insuportável nesse episódio, eu detestei o discurso dele, sei que esse tipo de coisa, de o mais importante para um Agente é ele se lembrar que ele é um Agente, mas por favor né, o Dooley mal saiu em sua missão ao encontro de um general nazista em Nurembergue – que eu sempre confundo com Numembergue, graças ao Dumbledore – e o Thompson já te se achando o Fury da vida,  a me poupe. E que ódio quando ele chamou o Sousa de ‘io-io’ e mandou a Peggy anotar os pedidos de almoço, filho da mãe, vai ver só quando a Peggy estiver lá, sendo uma das fundadoras da S.H.I.E.L.D..

Mas a Peggy, como a boa Agente que é, aproveitou a situação para ir ate o laboratório, e usar a caneta-câmera para fotografar todos os experimentos do Howard enquanto conversava com o cientista. Não pude deixar de pensar que a SSR realmente precisava de alguém como FitzSimmons para trabalhar com eles, porque aqueles dois homens trabalhando nos experimentos foram uma tragédia... Quanto ao Sousa, mostrando que vale mais que 10 Thompsons, foi até o orelhão a procura de digitais e acabou pegando uma testemunha. Claro que a anta do Thompson teve que tirar sarrinho quando ele chegou com a testemunha em potencial, mas fazer algo que é bom, eu não vi ele fazer. Enquanto isso, lá está a Peggy , de volta ao Griffith e com as fotos das invenções do Howard, e onde está o Stark? Sendo um Stark! Serio, ele deve estar orgulhoso do Tony, porque olha, eles são iguaizinhos. Starks a parte, o que foi a Peggy roubando comida, ela toda discreta e vem a Angie e coloca os pãezinhos na bolsa com a maior cara dura e ainda começa uma conversa sobre o que as outras garotas ‘guardam’ pra comer mais tarde. Então, para acabar com clima descontraído, Howard diz a Peggy, como se fosse a coisa mais normal do mundo, que ela precisa roubar uma de suas invenções de dentro da própria SSR. A invenção em questão leva o nome do episódio e é um tipo de PEM magnético que pode apagar as luzes de boa parte de NY, o problema é que o Howard não sabe como fazer as luzes ‘acenderem’ de novo.

Na SSR, Sousa tenta interrogar sua testemunha, mas o infeliz do cara não abre o bico, eu fiquei na
maior compaixão pelo Sousa quando ele contou sobre o restaurante e os aplausos, e que tudo era por causa da perna mecânica dele, tudo por pena, e ai o carinha ainda fala que não conversa com policiais, mesmo com os mais patéticos. Acorde seu trouxa, patético é você! E para ajudar, o Thompson ainda tem que tripudiar mais um pouquinho. Quando a Peggy conversou com o Jarvis, assim como ela, e acho que todo mundo, eu também desconfiei dessa tal Blitzkrieg Button, mas eu jamais imaginei que ela seria o que ela é. Voltando ao Sousa, fiquei com muita raiva quando o Thompson adentrou a sala de interrogatório com uísque e sanduiche e ainda conseguiu trocar a informação da maldita testemunha em troca da garrafa de uísque. Sério, a cada cena eu odiava mais o Thompson. Quanto a Peggy, bem, ela conseguiu trocar a Blitzkrieg Button verdadeira por uma falsa, mas estando com a pulga atrás da orelha, ela arriscou tudo e apertou o botão, e o que tinha dentro da esfera? Um frasquinho com o sangue do Capitão América!

Juntamente a tudo isso, Dooley está na Alemanha, conversando com o condenado Coronel Mueller sobre a tal batalha de Finow. E olha, eu não canso de me surpreender com o método de persuasão dos Americanos. Claro que eu queria saber o que era a batalha de Finow, eu até fui procurar, mas não encontrei nada referente, enfim, mas ai oferecer cianeto ao Coronel, para que ele tivesse uma morte mais rápida, gente, tenho medo dessas pessoas. Imaginem a situação em que estava a cabeça do general para aceitar isso. Bom, no final, ele aceita o cianeto – que depois descobrimos ser bala de menta –, e conta que não houve uma batalha de Finow, que quando os Alemães chegaram lá, todos já estavam mortos, dilacerados e empilhados, e nesse momento as únicas duas coisas que passaram em minha mente foram: Whitehall e Hydra.   

Para aumentar ainda mais minha raiva, o Thompson fez aquele discurso machista para a Peggy, se quer saber, é eu concordo que ela nunca será igual a homens como ele, porque ela já é muito melhor do que homens machistas como ele! Todo esse preconceito, mais o fato de o Stark ter mentido pra ela, extravasaram as emoções da nosso heroína, e quem pagou foi o Howard, eu fiquei com um pouquinho de pena dele, mas que foi divertido ver a Peggy batendo nele, a isso foi. E o que dizer sobre o discurso dela sobre o Capitão América e sobre ser leal aos seus princípios, tadinha, dá pra ver que as coisas sobre o Capitão ainda a deixam muito abaladas.

Enquanto ela e o Howard discutiam, aquele homem loiro tentou subir entregando flores, e não conseguiu, então ele resolveu utilizar um método mais espião e entrou dutos que levavam ate o corredor, chegando lá, quem ele encontra? A Dottie, e quando ele aponta a arma pra ela, qual não foi a minha surpresa, ela olha pra arma e diz “"Essa pistola é automática? Eu quero isso." Então mata ele. Minha nossa, quem é essa mulher, algum tipo de Viúva Negra ou algo assim?

E para finalizarmos, temos a aparição do fofo do Stan Lee, ao lado do Jarvis e do Howard, lendo seu
jornal, tão bonitinho ele pedindo a parte de esportes do jornal pro Howard... E então, vemos os desenrolares finais, Dooley voltando e, por meio do Thompson, descobrindo que Howard Stark esteve em Finow um dia depois da batalha, Dottie se admirando no espelho com a nova arma, o cadáver do homem embaixo de sua cama, Peggy quebrando a parede e escondendo a Blitzkrieg dentro da parede e por fim, de novo Dooley, colando a foto do Howard na parede de provas, então, a máquina de escrever começa a datilografar sozinha e o episódio termina.

Por hoje é isso Agentes, nos vemos na semana que vem, e não esqueçam que no próximo episódio teremos o Comando Selvagem de volta. Até mais, espero que tenham gostado e não deixem de comentar *-* 
Abaixo segue a promo do 1 x 05 - The Iron Ceilling


0 comentários:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...