5 de fev de 2015

Review| Agent Carter - S01E05 - The Iron Ceiling


"O que o Capitão diria se eu deixasse sua garota" 
"Ele diria: Faça o que a Peggy disser!"

Antes de qualquer coisa, preciso dizer que nem acredito que já estamos a 3 episódios do episódio final. Agent Carter vem sendo uma serie tão boa que deveria ter uma renovação para cada mid Season de Agents of SHIELD, ate a Peggy ficar velhinha e terminar, depois de muitas temporadas, com aquela cena fofa do Capitão América 2, em que ela esta conversando com o Steve.

Sonhos a parte, vamos ao episódio. A começar com aquele internato Russo para meninas, gente o que
é aquilo, tirando o fato horrendo daquelas garotinhas dormirem algemadas, mais alguém notou que elas estavam aprendendo inglês assistindo Branca de Neve? E minha nossa, aquela mini Dottie foi absolutamente assustadora lutando com a outra menininha. Eu li que esse foi o princípio do Projeto Black Widow, onde meninas eram treinadas para lutar, enganar e matar sem piedade, o que tornaria a Dottie uma espécie de primeira Viúva Negra. O que me faz imaginar, e não gostar de nenhuma das minhas ideias, o que ela quer com a Peggy, e quem a mandou atras da Agente Carter.

Ainda falando sobre sonhos, eu vi um pouquinho dos meus se realizando quando a Peggy adentrou a SSR e todo mundo estava alvoroçado por causa dos códigos que a máquina de escrever mandou e ninguém sabia traduzir, nem mesmo o carinha que estava lá para isso. Então, a Peggy vai lá e decifra eles todinhos, diga-se de passagem, com certa facilidade, e o melhor de tudo, se impõe perante o Dooley e diz que vai para Rússia com o Thompson na missão. Obvio que não foi assim tão fácil, e teve aquela pequena discussão entre ela e o Thompson e o Dooley tentando resolver o impasse. Dessa discussão, duas frases  do Dooley merecem ser destacadas, a primeira direcionada a Carter: “Eu diria ‘Arrume suas coisas’ mas isso não vai acontecer”, mas sim acontece e a cara dele quando ela fala que 107° Regimento estaria esperando por eles foi ótima. A segunda, dirigida ao Thompson “Não tenho tempo para sua paixonite pela Carter” foi simplesmente muito engraçada.

Antes de falarmos sobre o Comando Selvagem, vale falar do momento vestiário, não apenas porque
foi engraçado, mas porque há um ponto importante quando o Sousa vê a Peggy de costas, depois do Thompson ter feito a brincadeirinha de engana-lo e faze-lo se dirigir para onde a Peggy se trocava, ele nota a cicatriz que ela tem no ombro, e liga tal cicatriz a da loira misteriosa nas fotos tiradas no primeiro episódio. Bem, enquanto o Sousa não decide o que fazer com essa pequena e desastrosa descoberta, vamos ao Comando Selvagem, e já fica anotado que preciso de mais episódios deles interagindo com a Peggy. Desde o encontro da equipe da SSR e o Comando Selvagem, onde Dun Dun Dugan esqueceu a senha até o último momento deles juntos, eu amei a participação deles, não apenas pela lenda que eles são, mas pela forma amigável e respeitosa com a qual eles trataram a Peggy e claro, por colocarem o Thompson, educadamente, em seu devido lugar.

A Peggy parecia tão à vontade com o Comando Selvagem e a missão, que deu ainda mais pena dela por não ser valorizada na SSR. Lamentações a parte, até consegui ir com a cara do Thompson quando ele contou a história dos Japoneses invadindo o acampamento dele na guerra e tal, mas depois do episódio passado, ficou difícil simpatizar com ele. Enquanto isso, Dooley falava com um amigo jornalista sobre a batalha de Finow, nada muito revelador foi dito, mas o senhor finalmente abriu os olhos do Dooley de que talvez o governo esteja armando para o Stark.

Outra coisa, que provavelmente é maldade da minha parte, mas eu adorei, foi o Thompson, lentamente, perder o controle da missão para a Peggy, serio, me senti cruel  depois, mas eu adorei quando ele dividiu as equipes e o Dugan se virou para Peggy perguntando se ela concordava, e no fim, foram os comandos dela que eles seguiram. Olha, eu não estava de tênis, mas senti um calafrio subindo pelos meus pés quando eles entraram naquele ‘internato’, foi assustador de mais ver aquela menininha fofa e frágil enfiando a faca no peito do Dugan e com uma velocidade anormal para uma garotinha pegar a arma de um deles, matar aquele rapaz e fugir sem ser pega. Pobre Dugan, levei maior susto achando que ele tinha se ferido gravemente. Não se isso foi certo, mas fiquei aliviada pela Peggy te-lo impedido de jogar, que quer que fosse aquilo, na entrada por onde a garotinha fugiu.

Enquanto isso, na América, Dottie invade o quarto da Peggy e depois de fuçar em tudo, ela encontra as fotos das invenções do Stark, e leva uma das fotos. Não satisfeita ela mexe nas outras coisas, essa cretina, fiquei na maior agonia, com medo que ela achasse o sangue do Capitão América. E alguém sabe me explicar o que foi aquela coisinha que ela deixou presa na fechadura do quarto da Peggy?? Voltando ao tiroteio, o engenheiro se descontrola e vê na equipe da Peggy uma chance de fugir, então pede um sessar fogo e diz que vai entregar os Americanos, cara bobo, não viu que a Peggy Britânica não? Enfim, em uma negociação conturbada, eu nem vi quem atirou no engenheiro, eu só vi aquele bando de homens vindo pra cima da equipe da Peggy e eles em desvantagem, e em seguida o Thompson entrando em choque e não conseguindo mais reagir a nada, eu nem mesmo vi o Agente Li ser morto. Ok, eu queria que o Thompson visse o quanto a Peggy é melhor que ele, mas foi preocupante a travada que ele deu, se ela tivesse ido ate ele, ele não teria conseguido sair. E mesmo em meio ao caos, eu ri com o dialogo do Dugan e da Carter, achei o máximo que ele realmente fez o que ela disse. E que graça ela no carro, toda ofegante depois de fugir e o Doutor falar pra ela: “Nada mal, para uma garota” e ela “Eu odeio vocês”.

E o que dizer da despedida do grupo, uma graça o Dugan tentando arrumar um apelido pra Peggy, e depois ela oferecendo um lar na SSR para o Doutor, adorei ele bebendo aquele treco e dizendo que era horrível, mas levando o mesmo embora e depois ainda aparecer abraçado a garrafa enquanto dormia. E aqui, eu não sabia se sentia simpatia ou pena pelo Thompson, porque e fique bem claro, eu ainda não gosto dele, mas a história dele é triste, matar aqueles japoneses e só depois descobrir que eles estavam se rendendo, e ter de conviver com isso, e com todos achando que ele foi um herói, deve ser bem difícil. E bem, no final, ele defendeu a Carter, deu credito a ela, deu valor ao fato de ela ter salvo a vida dele. Sem contar que a carinha de alegria que ela fez quando eles a chamaram para beber com eles foi tão fofinha.

E para finalizarmos, agora basta saber o que o Daniel Sousa fara com a informação sobre a Peggy ser a loira misteriosa, da pra ver que ela tem um carinho por ele e ela por ela, e eu espero realmente que ele seja o homem com quem ela acaba casando. Porém, pela promo do próximo episódio, eu acho que sim, ele contou quem era a loira das fotos. Quanto a cena final com a Dottie se algemando, eu não tenho nada a dizer se não que foi absolutamente perturbador. 
Por hoje é isso Agentes, espero que tenham gostado e não deixem de comentar, comentários são legais *-* 

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