15 de fev de 2015

Review| The Blacklist – S02E11 – N° 67: Ruslan Denisov



"Nada é dado sem ser merecido. Nada é tomado sem ter sido dado"

Depois de dois episódios incríveis, eu esperava um pouquinho mais desse... no entanto, ainda foi um bom episódio, seja pela mais recente burrice da Lizzy que veio à tona ou pelo excelente monologo do Red. Sem mais enrolação, vamos ao episódio.

Tudo começa com o sequestro de um Padre no Uzbequistão, e por um momento eu realmente achei
que eles matariam ele, o fato é, ele não era padre, mas sim um agente da CIA e ele não foi morto. O que faz Red nos apresentar a Ruslan Denisov, o suposto responsável pelo sequestro e também antigo colaborador do Red. O que mais gostei nesse início não foi o ressentimento da Lizzy com o Red, ou olharzinho fulminante que ele lançou a ela, mas sim o Cooper impondo respeito sobre o carinha da CIA. Claro que tinha algo por trás disso, mas que foi bom, ah isso foi.

E o que falar da hospitalidade do Comandante Kushan, que mal viu o Ressler e a Lizzy e saiu dando ordens cheias de sutis ameaças. Ainda bem que o Red estava lá pra dar uma mãozinha né, achei uma graça ela já estar lá quando eles chegaram. E que susto eu levei quando o elevador da Lizzy e do Ressler apagou e começou a descer e eles deram de cara com aqueles carinhas do Denisov, achei que eles virar reféns ali. Mas não, tudo que o Denisov queria era um acordo justo, consertar o gasoduto que estava matando as pessoas do seu país. A atitude dele não foi lá a mais correta, mas também não podemos abomina-la, as intenções dele eram admiráveis. Obvio que deixar um homem de molho em uma água com químicos do petróleo não é nada admirável, mas deixar dezenas de pessoas morrerem por fingir que está tudo bem com a água é menos admirável ainda.

Na sequência, temos um dos erros da Lizzy voltando a tona e prometendo render muito ainda, lembrar aquele senhor moreno, da polícia que foi averiguar o barco onde o Tom estava escondido e acabou sendo morto pelo mesmo? Pois então, ele está de volta. Bom, não exatamente ele, mas o caso dele, já que a esposa abriu uma investigação e ela tinha um cartão da Lizzy, fazendo com que o detetive ligasse diretamente pra ela. É, dessa vez, eu acho que essa menina se encrencou bonito. Achei uma graça ela falando pro Ressler que achava que estava com problemas e ele dizendo “Seja o que estiver prestes a confessar Quenn, não confesse”, eles fazem um casal tão bonitinho.


Lembram quando falei sobre a CIA e sobre ter algo por trás de tudo, pois é, tinha, e assim que a Lizzy e o Ressler falaram sobre o complexo onde o Denisov mantinha os prisioneiros, o carinha da CIA mandou homens, comandados pelo Kushan para matar todos no complexo e pegar os prisioneiros. Claro que não deu certo, pois tendo o Red como defensor e orientador, Denisov já havia tirado todos os reféns do complexo, o que não salvou a vida de doze de seus homens, o deixando realmente furioso. Não só a ele, mas também ao Red, que havia avisado sobre a instabilidade do Denisov e também havia avisado ao Cooper para não confiar no carinha da CIA. 

Por um momento eu achei que o Denisov fosse matar o refém americano, e quando o Red começou a
defende-lo, a defender as jogadas seguintes, me deu uma sensação muito ruim de que, na verdade, seria o Red quem mataria ele. Deve ser aterrorizante estar preso, desarmado e ter o Red na sua frente, falando naquela voz calmamente ameaçadora que se você não falar, ele mesmo te mata. Enfim, o americano deu as respostas que o Red queria e chegou ate outro homem Leonid Zhabin, ex-chefe do gabinete no antigo Regime Soviético e responsável por vender os direitos do óleo duto a atual companhia. Zhabin é se tornou um religioso fanático, mas Red o persuadis a contar tudo o que ele sabe.

Então, em troca do refém americano, Denisov e Red exigem uma audiência com um do representantes da companhia de óleo responsável pelo oleoduto, e lá, Zhabin mostra os documentos nos quais se encontram dois projetos de oleodutos, sendo o primeiro uma completa tragédia, os representantes falam em indenização, mas o que Red quer é que eles vão embora, e depois de outra singela ameaça, é o que ele consegue. Então pensamos, poxa, o Red lutando por uma causa humanitária, ate deixando o nome da semana livre, bem, vamos dizer que ele tinha sextas intenções, pois a companhia de óleo francesa que mostrou interesse em assumir o oleoduto, deu uma grande quantia para o Red conseguir que oleoduto ficasse livre para eles.

Enquanto isso, o Detetive, após interrogar o homem que ajudava a Lizzy a ficar de olho no Tom, encontrou o corpo do senhor, terminado o episódio  com a fatídica frase: “Fale-me sobre Elizabeth Keen”. Claro que não podemos terminar sem comentar o espetacular monologo do Red, falando sobre negociação, ele é um homem mal, mas a inteligência e sutileza em seus atos o tornam um homem admirável, e me deixam cada vez mais curiosa para saber o que realmente aconteceu na noite do incêndio. E também, preciso comentar sobre o Fulcro, que nem mesmo o Aran, conseguiu descobrir o que é. Espero que tenhamos episódios próximos, repletos de ação, que nos deem mais algumas respostas sobre o tal Fulcro.


Bem, por hoje é isso, espero que tenham gostado, não deixem de comentar, e até a próxima Review *-* 


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