22 de fev de 2015

Review| The Blacklist - S02E12 - N° 71: The Kenyon Family



Não vou dizer que o episódio foi ruim, porque não seria verdade, ele foi apenas, confuso. Sim, teve algumas pistas sobre o tal cofre que o Alan falou pro Red, e a história dos Kenyon foi, na minha opinião, embora imaginável, um pouco bizarra. Mas já está na hora de respostas surgirem, de darem uma trama de fundo mais explicadinha, sei lá, há tantos personagens bons em The Blacklist, bem poderiam focar alguns episódios neles. Enfim, vamos à review...

O episódio começou, e eu pensei por um momento: "será que abri a serie errada?", mas ai o senhor Kenyon continuou contando aquela história "bíblica" e eu fui ficando horrorizada, existe limite pra tudo, e para mim, incesto, ainda mais da forma como ele estava pregando, é demais. Nem quero imaginar com quem aquela garotinha iria se casar, no final das contas. Foi só quando lançaram o gás dentro da "Igreja" que eu realmente tive certeza que estava vendo The Blacklist.


Seguindo, vemos Red, novamente no 'DETRAN', onde fala para Lizzy sobre Justin Kenyon e seu porão repleto de contêineres com coisinhas nada amistosas. O problema, é que, embora já tenham tentado prende-lo, o cara tem os melhores advogados que se pode ter. No entanto, o mais divertido do episódio, foram os momentos entre o Red e o Glen, ele fazendo o Red perder a calma foi hilario, aliás, o Red com esse tipo de raiva é sempre muito engraçado. Mas afinal, quem o Red queria encontrar dessa vez? Não quem, mas o que, o cofre que Alan Fitch mencionou antes de explodir.

Como sempre, o FBI não segue o conselho imediato do Red e acabam deixando o primeiro problema acontecer. No entanto, dessa vez, eu adorei o que o Red disse, já estava na hora dele começar a perder a paciência com esse pessoal. Ao menos, assim que a primeira Van explodiu, me dando um frio na barriga quando o policial falou "É apenas um...", porque eu tinha certeza que a próxima palavra era 'garoto', o Cooper mandou a Lizzy e o Ressler para as terras do Kenyon. E já que falamos no Cooper, estou bem curiosa pra saber o que ele tem, acho que a história dele é uma das que esta sendo bem desenvolvida nessa temporada, mostrando o lado pessoal e o profissional. Adorei a esposa dele mostrando quem mandava e dizendo que ele se escreveria e seria aceito no tal projeto experimental.

Nas terras do Kenyon, as coisas não vão muito bem, primeiro por aquelas cenas de suspense, onde a Lizzy e o Ressler e os policiais que estão com eles são observados de longe e não sabemos por quem. Segundo, que a Lizzy questiona se eles encontrarão resistência, e a policial diz que sim, no entanto, ninguém aparece pelo que caminho. Apenas essas duas coisas já diziam que alguma coisa ruim aconteceria, e para começar a comprovar isso, quando eles chegam ate a 'Igreja', todos os adultos estão mortos e as crianças desaparecidas. Os contêiner estão intactos, mas muito do que era armazenado lá, leia-se, o que era mais perigoso, desapareceu. Que susto quando eles encontraram aquela menininha, sozinha em meio aqueles contêineres e todas aquelas vitimas lá em cima. Por um momento ate pensei que ela fosse explodir tudo. Mas tadinha, só estava assustada com tudo aquilo.
E aqui, eu comecei a ficar confusa, porque vejam, eles falaram que muitos do grupo haviam sido mortos, mas não todos, então, onde estavam os demais, e porque a Amy estava ali sozinha, e quem era ela, depois de tudo? Ela era uma Kenyon também? 

Falando mais um pouco sobre a interação Red e Glen nesse episódio, eu ri de mais quando o Glen falou que só poderia encontrar o cofre se viajasse junto com o Red, a carinha de Gato de Botas que ele fez e a história triste que contou pro Red foram de mais. E o Red, é todo cheio de marra, mas no fundo tem um coração bom. Resultado, ele foi com o Red, e bem no fim, só queria viajar no avião. Mas nada foi mais engraçado do que ele dizendo que tinha certeza que eles estavam no apartamento correto, e mostrando uma folha comprovando que o 212 era do Alan, então o Red faz aquela cara de aff, e o Glen questiona: "O que?" e o Red: "Estamos no apartamento 221". E depois ainda colocou a culpa na dislexia, sendo que ele nem ao menos tem dislexia. Gosto do Glen, ele é divertido. E isso é um dos pontos altos da serie, o fato de o Red recorrer as mesmas fontes, dando uma veracidade a história.

Antes de voltarmos a Lizzy e ao Ressler, é preciso comentar o desempenho da Samar ao quebrar a linha segura e ir conversar com o garotinho que explodiria a segunda Van, eu sei que isso existe e que realmente doutrinam crianças para serem assassinas, mas isso é repugnante, era só um garotinho. Mal sabia eu, que o fato dele estar ali pra explodir a Van, não era o pior ainda, visto que ele só estava ali, porque a mãe dele, seguindo a doutrina do Kenyon, largou o menino a própria sorte no meio da floresta. E porque ela fez isso, porque a doutrina de Justin Kenyon dizia que cada homem deveria ter três esposas, ate ai ok, isso não é tão incomum, mas ai, com o nascimento de muitos meninos, ele precisava diminuir a população dos mesmos, então começou a larga-los na floresta quando tinham de 8 a 10 anos, a começar com o próprio filho.

Na sequencia, o carro da Xerife, onde estão, além da mesma, o Ressler, Lizzy e a menininha, Amy, é
acertado por um tiro em um dos pneus e acaba batendo, e é ai, que eles descobrem quem são os sentinelas de quem a garotinha estava falando, e que eles são, na verdade, os meninos que foram largados na floresta, que agora querem tomar seu lugar na religião ensinada pelo Kenyon, e que também, foram eles quem mataram todas aquelas pessoas. Gente, tadinho do Ressler, sempre que tem que passar por algo ruim, é ele, e nesse episódio não foi diferente, coitado, foi arratado floresta adentro, amarrado na traseira do carro. E o que foi aquele garotinho que apareceu por primeiro para a Lizzy, o olhar que lançou a ela foi assustador. Novamente sem contato com a força tarefa, Navabi avisa ao Red que a Lizzy e o Ressler estão incomunicáveis, então, assim que ele encontra o cofre e apenas um cartão com o número dentro, parte atras de seus contatos para localizar a Lizzy.
Enquanto isso, o filho do Kenyon se tornou o líder dos 'meninos perdidos' e matem o pai como refém, tá, ok, o cara foi cruel ao largar os meninos, mas quando a Lizzy consegue ter o Ressler ao lado dela e eles rendem os garotos, quase ao mesmo tempo que a Navabi chega com reforços, eles descobrem que o Justin Kenyon esta morto, e com galhos enfiados nos olhos e garganta.

O que eu achei sem sentido? Eles matarem o menino que estava em cima da árvore e o filho do Kenyon, meio assim, sem motivo, porque a Lizzy estava quase o convencendo a não explodir tudo. O que ficou vago? A Amy, a Lizzy diz para procurarem por ela, mas ai, depois que o rapaz é morto, ela já aparece conversando com o Red e falar do paradeiro da criança que é bom nada. 
Lizzy boba em não aceitar a casa que o Red deu pra ela, claro, ela só esta sendo firma com que ela falou que faria, mas larga de ser boba menina, aceita, afinal, ao que a maioria de nós acredita, ele é seu pai mesmo. 

E finalizando, o Red entra nas terras dos Kenyons e abre um dos contêiner onde tem... um carro presidencial! Porque o Red tem um caro presidencial? Não faço ideia! Só sei que o importante era o que estava dentro do carro, não o carro em si. O que sera que tinha na maleta, e de quem sera o número que estava no cofre, e o mais importante, o que será que essa pessoa sabe ou tem, que fez as ultimas palavras do Alan serem direcionadas ao tal cofre?? Sera que a voz do outro lado da linha era do Tom? Porque ele estará de volta no próximo episódio. E onde está o detetive que esta investigando a Lizzy? Só assistindo os próximos episódios, para descobrirmos, ou não, algumas dessas respostas.

Por hoje é isso pessoal, não deixem de comentar, e até a próxima *-*

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