21 de jan de 2016

Review| Agent Carter - Season Premiere


"Eu serei um farol da justiça"

Agent Carter está de volta e pronta para novas aventuras. E que aventuras, se enfrentar a Dottie e recuperar as coisas do Howard já eram incríveis, imagina agora com esse toque de super poderes. 

O episódio já começou com ação, tentando nos enganar mostrando a Dottie fazendo cosplay da Peggy - serio, esse fascínio que ela está mostrando pela Peggy é assustador - ao invadir um banco. Já comecei fazendo papel de boba ai, porque realmente acreditei que a Dottie roubaria o banco e então chamariam a Peggy e a REC, mas não, eles estavam um passo a frente, e quando a Dottie abriu o cofre, Peggy Carter estava esperando por ela. Serio, não canso de ver essa mulher lutando. Ela é maravilhosa! Um dia, quando eu crescer, vou ser que nem ela...

Deixando os devaneios de lado, temos Daniel Sousa, agora Chefe Sousa, da REC de Los Angeles, investigando um caso onde uma mulher foi encontrada congelada dentro de um lago também congelado. Junto a isso, vemos Peggy interrogando Dottie, e os marmanjos da REC assistindo o interrogatório ao melhor estilo 'fã clube da Agent Carter'. Só o Thompson não parece muito feliz com isso, tanto que quando Sousa liga pedindo reforços, ele não pensa duas vezes antes de tirá-la do interrogatório e mandá-la a Los Angeles. Porém, aqui bate aquele dúvida, ele queria tirar a Peggy do caminho ou está shippando ela com o Sousa e por isso a mandou trabalhar com ele? Seja o que for, no momento em que a Peggy deixou a sala de interrogatório, tive certeza que a Dottie daria uma surra no Thompson. 

Chegando em Los Angeles, Jarvis já estava a espera. Que saudade daquele sotaque e dos diálogos divertidos dele com a Peggy. A começar pelo Flamingo, porque, no mundo, o Howard comprou um Flamingo, deixa o bichinho livre. E o pobre Jarvis, tão desesperado pela monotonia, praticamente implorou para viver novas aventuras com a Peggy. Sei não ein, mas acho que o Howard só levou a fama por ser 'fundador' da S.H.I.E.L.D., os verdadeiros merecedores desse titulo são a Peggy e o Jarvis. Depois de um caloroso encontro com um bom amigo, é hora de encontrar o Sousa, uma gracinha a Peggy toda nervosa para encontrar alguém, me deu maior dó quando a falta de tato do Sousa quase deixou bem claro que não havia pedido a ajuda dela, em específico. De qualquer modo, ele não conseguiria sem ela. A mulher mal chegou e já colocou ordem no negocio.

Se eu fui trouxa em relação a Dottie, com o policial que estava 'ajudando' o Sousa e não fui não, tava na cara que ele não queria resolver o caso, só não ficou claro o porque. Achei o máximo a Peggy pedir para ir ao banheiro como desculpa para invadir os laboratórios da Isodyne Energy. O Doutor Wilkes pareceu um cara tão legal, um amor ele mostrando a ela seu destilador clandestino de bebidas e depois perguntando: "Quem é você?". E o que falar da Anna Jarvis, mal apareceu e já roubou a cena, ela é o oposto completo do Jarvis, toda serelepe e agitada, fazem um casal lindo. Esperando mais cenas com ela. Ela mostrando a liga à Peggy e a Peggy com uma carinha de interrogação, até ela dizer, é um coldre também, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

O Jarvis improvisando é quase pior que a Jemma, tadinho, a Whitney quase pegou o marido conversando com a Peggy umas três vezes e, quando ele finalmente conseguiu prender a atenção da mulher, a Peggy o levou embora. Mas, vamos falar de surpresas, levei um susto enorme quando o carinha da autopsie simplesmente partiu em milhares de pedacinhos negros que pareciam gelo, ou algum tipo de pedra brilhante. Naquele momento, pensei que o policial estava envolvido, achei que ele era tipo um Inumano e que podia congelar as pessoas, então, ele aparece bebendo água e a água congela, eu tive certeza que ele tinha algum poder, teoria essa que fugiu da minha mente assim que ele sequestrou o Doutor e bateu no Jarvis. Ninguém bate no Jarvis, ninguém. 

Gostei que logo no primeiro episódio teve toda essa perseguição, coisas sobrenaturais e tudo mais. Um amor a Peggy dando uma arma ao Jarvis e o Sousa o dando uma lanterna, se ele queria aventura, conseguiu. O que me revolta é que a Peggy falou umas trezentas vezes para ninguém atirar, porque eles precisavam de respostas, e o que foi que aquele carinha filho da mãe fez? Isso mesmo, atirou. Transformando o policial em pedacinhos não identificáveis e levando minha teoria de poderes e Inumano. No entanto, ele declarou que trabalhava para alguém, que se livrou do corpo congelado da mulher, e que não era o vilão. O final, com o cara que atirou, recebendo dinheiro do dono da Isodyne, ficou claro que o policial trabalhava para ele. Novamente só não entendo o porque matá-lo, nem como ele congelou a si mesmo e outras coisas/pessoas. Como desgraça pouca é bobagem, o Doutor, um cara super legal, bonito, cavalheiro, que demonstrou muito interesse na Peggy, não pareceu ser um moço muito bom ao aparecer na Isodyne, observando o que pareceu, e muito, o monolito que engoliu a Jemma e trouxe o Maveth para terra. Ou, talvez, o Graviton do Dr. Hall. Aposto mais no monolito. 

Antes de terminarmos, não posso deixar de falar do Thompson, lembram quando disse que a Dottie bateria nele, então, ela não perdeu tempo e quase estrangulou ele usando a mesa de interrogatório. Ela pode ser má, mas gente, que mulher. Demonstrando todo poder do Projeto Viúva Negra. E claro, o Sousa, ele estava esquivo, estranho com a Peggy, mas eu não imaginei que ele tinha uma namorada. Quer dizer, ele é livre, não tem nada oficial com a Peggy, mas demonstrava um interesse bem grande, e ela tinha uma afeição por ele, ai, agora que ela resolve retribuir, ele não tem coragem de dizer que está com outra. Vamos lá amigo, teria sido melhor se você contasse, descobrir assim foi, no mínimo, doloroso. O bom da Peggy é que ela não se deixa abater por amor, se não teríamos um melodrama infinito se formando ai...

Por hora é isso pessoal, já, já sai a review do segundo episódio... até mais *-*    
 

0 comentários:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...