25 de fev de 2016

Review| The Blacklist - S03E15 - Drexel


"Não tente falar, fique forte para que depois eu possa te matar - Lizzy"

Olha que esse final salvou o episódio, porque foi bem confuso, bem aleatório, não fosse o Red juntar tudo no final, pouco depois de uma conversa muito bonita com a Lizzy e aquela pintura fechar o episódio em grande estilo, teria sido bem ruinzinho... Mas, no geral, foi bom.

Como em todo começo, não sabemos porque a vitima está morrendo, nem quem foi que encomendou sua morte, aqui não foi diferente, só o que mudou foi que, ao final do episódio, não sabemos exatamente porque o homem foi morto, apenas sabemos por quem, o que aparece logo no comecinho do episódio, seguido pelo Red em uma mostra de arte bem diferente. Cheguei a pensar que ele estava vendo o mar, mas eram apenas mega telas passando imagens do mar, achei bem legal. Bom, mas o que o Red queria era fazer uma alusão ao assassino da semana, Drexel, que era um 'artista'. Incrível como séries policiais nos mostram como existe gente doente, não é o primeiro episódio que eu vejo de gente que matava e, de alguma forma, transformava isso em 'arte', mas olha, pintar a morte de alguém a partir de uma foto que ele mesmo tirou e mandar para outro alguém, é, foi novidade pra mim.

Em meio ao caso, não muito legal, da semana, temos o Tom, e olha, esse cara além de ter horcrux ainda deve tomar Felix Felicis, porque vai ter sorte assim em outro mundo. Ele, além de sobreviver, teve a sorte de cair em um hospital onde o ex da Lizzy, que por ventura ajudou a salvar o Red quando ele levou um tiro e tal, temporada passada, trabalha e ainda conseguiu se safar do roubo, se isso não for sorte, não sei o que é. Mas olha, foi muito fofo a Lizzy correndo pro hospital e pedindo pra ele sarar pra ela poder matar ele. Deixei o queixo cair quando o dono da loja de diamantes chegou para reconhecer o Tom, pensei que a Lizzy teria que tira-lo da cadeia e tal, mas ai o cara fala que o Tom é um deles, e eu fiquei tipo: 'o que?', até o Tom ficou de cara, mas pegou bem rapidinho o que estava acontecendo, o cara trabalha pro Red, que protege a Lizzy acima de qualquer coisa e, depois que ela o confrontou, foi lá e mexeu os pauzinhos para que a policia não conseguisse prender o Tom. E a Lizzy ainda tem coragem de dizer que não precisa do Red na vida dela. Amiga, aceita que você não pode viver sem ele e para de jogar na cara dele que ele tornou a sua vida perigosa, fica mais fácil.

Bom, quanto ao Drexel, ele conseguiu um programa super perigoso desenvolvido pela NSA, que podia acessar qualquer aparelho eletrônico e mantê-lo em monitoramento, um programa espião que um babaquinha moralista da NSA resolveu vazar. Serio, como um cara inteligente o bastante para entrar na NSA pensa que vai conseguir controlar os acessos de um programa que pode causar tanto estrago com um simples alerta, será que ele não pensou que poderiam enganar o alerta dele, aliás, como ele pretendia verificar o que as pessoas fariam com o programa, terminou por acabar com a própria carreira o bobinho. E ainda assim eu continuava sem entender o motivo do Red estar do Drexel, até a Samar e o Ressler invadirem o galpão dele e encontrarem desenhos de algo enterrado com o nome do Red em cima, ele era o próximo alvo. Só ficava a duvida do quem havia encomendado a morte dele dessa vez, e era exatamente atrás disso que o Red estava.

Temos que admitir que a cada episódio fica mais claro o poder de persuasão do Red, pobre moça repórter, ou levava ele ate o Drexel, ou levava ele até o Drexel, afinal, quem está no anonimato e lutou pelo anonimato, não quer sair dele, nem que isso possa custar sua vida, e se tratando de um assassino instável, poderia custar mesmo. Acho que não foi nem sorte, foi quase obrigação o Dembe ter salvo ela, achei que o Red ia atirar nele a queima roupa, como ele as vezes gosta de fazer, mas não, depois de aterrorizar um pouco o cara, ele queria apenas respostas, claro que quando o FBI o encontrou ele não estava tão confortável assim, mas ao menos estava vivo. Quanto a vitima do começo do episódio, bem, ele e o sócio estavam envolvidos com o programa de espionagem também, tinham um galpão que chamavam de Fazenda, de onde espionavam centenas, milhares de pessoas, tudo de acordo com o que o cliente queria. Muito provavelmente esse foi o motivo da morte do moço, quem mandou matar eu não sei. Só sei que esse tipo de programa chega a dá medo, parece tão inofensivo, mas pode acabar com a vida de muita gente.  

Por fim, Red chega ao suposto homem que encomendou sua morte, realmente tive dó do senhorzinho, deve ser bem ruim ser tirado da cama com toda delicadeza que o Dembe pode proporcionar, pior ainda abrir os olhos e dar de com um não muito feliz Raymond Reddington. Por sorte o Ray estava disposto a conversar antes de atirar, porque o senhor não tinha culpa de nada, nas palavras dele, 'ela' apenas disse que ele viria buscar uma obra de arte, e o que era a obra de arte? Um quadro quase em tamanho natural da Lizzy chorando na sepultura do Red. Macabro, mas muito, muito bem pintado. Acredito que o 'ela' seja a mãe da Lizzy, e que minha teoria do pai dela estar vivo e não ser mesmo o Red está se desfazendo rapidamente. Minha maior duvida, atualmente, é porque a Katarina, se foi ela mesma quem mandou matar o Red, está com tanto ódio dele?

Não posso terminar sem comentar a conversa que o Red teve com a Lizzy, dizendo que ela e o bebê terão uma vida segura e confortável e ela beijando o rosto dele e agradecendo por salvar a pele do Tom. Também não posso deixar de comentar que já estava na hora da Lizzy decidir, publicamente, ficar com o bebê. Que fofinho o Tom colocando a mão na barriga dela e sentindo o bebê. E que venha logo essa criança e que não demore muito a aprofundarem no caso Katarina Rostova. Por hoje é isso, espero que tenham gostado e até a próxima *-*  

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