7 de mai de 2017

Review| Agents of S.H.I.E.L.D. - S04E20 - Farewell, Cruel World


"O nome dela é Ophelia"
"O nome daquela coisa é Aida!"

Não consigo compreender como a audiência de Agents of SHIELD está baixa. Os Americanos só podem estar sob influencia da Aida, a serie está maravilhosa e merece muito uma renovação. O arco está excelente, as interpretações maravilhosas, todas ganharam um papel fundamental, a vilã é ótima, não há motivo para não renovarem. Angustia de renovação a parte, sentiram o coração falhar durante o episódio, mais de uma vez? Eu senti.

O episódio já começou com cara de jornada final ao mostrar o que estava acontecendo no Zephir One, o que foi bem interessante, visto que eu, por exemplo, ache que o Zephir era tipo o celular da Jemma no Maveth, não precisava descer pra abastecer por meses, nem passou pela minha cabeça a quantia de energia que o Framework gastaria ali, mostrarem que as coisas estavam saindo do controle, que o mundo real estava atrás da equipe foi ótimo. E deu uma noção de tempo, mostrando que há dez dias Daisy e Jemma estão no Framework. O que não foi legal foi a ideia da Yoyo e da Pipper desligarem a camuflagem. Serio gente, era exatamente isso que o Ivanov estava esperando. Já dentro do Framework, não que ele importe muito pra Ophelia agora que o Fitz terminou a maquina, as coisas começavam a sair do controle da Hydra, que botou de vez as garras de fora ao mandar prender qualquer um que se mostrasse contra seus princípios. Que fofura a Daisy correndo pra abraçar o Trip, nem eu sabia que sentia tanta saudade do senso de humor dele, esse é o personagem que não deveria ter morrido. Em contraparte ao abraço, não acredito que a Daisy acreditou quando a Jemma concordou em partir sem o Fitz, soou mais falso que Voldemort distribuindo abraços na batalha final. Agora, o que falar da Hope, precisão criar um corpo humano pra essa criança, ela é engraçadinha de mais, falando que o Mack tinha que ajudar a Daisy.

Como é bom ter a May de volta no time, mesmo sem lembrar já andando ao lado do Coulson o tempo todo, a conversa deles sobre outra realidade e a história dele fazer o próprio sabonete, tadinho, acho que no lugar da May agiria da mesma forma, até porque, ela não acreditou nem desacreditou, como ele bem citou mais adiante, ela manteve a mente aberta. E quanto amor envolvido, ao menos por parte da Simmons, ao rever a May, preciso de mais momentos família entre elas, uma graça a May perguntando como alguém tão bobinha conseguiu evitar ser capturada. E claro, a May deu as respostas que a Simmons precisava sobre o que aconteceu com o Fitz, não se a May verdadeira concordaria com a ideia da Simmons, mas essa colocou bastante confiança na menina. Assim, lá foi a Simmons enfrentar o pai do Fitz, eu não sabia se vibrava ou torcia pra ela sair de lá o quanto antes, o Sr. Fitz é perspicaz e um homem um tanto cruel, ele notou bem rápido que a Simmons não o machucaria, que ela realmente amava o Fitz e que poderia tirar vantagem disso. E tirou né, eu quase acreditei que o Fitz iria até a casa, que eles conversariam e tudo ficaria bem, no instante que pensei isso já sabia que não funcionária, afinal FitzSimmons nasceram pra sofrer e o pai dele tinha que dizer que ela estava lá e sair atacando ela. Que ódio desse homem, graças ao bom Deus o Fitz do mundo real foi criado pela mãe, porque esse pai dele é um grande imbecil, pobre Simmons, como eu gritei pra ela se defender, até ela atirar nele e o Fitz ouvir tudo. A carinha dela, ela soube na hora que havia perdido a batalha ali. 

Sabe aquela vontade de trucidar alguém, foi o que me ocorreu quando o Radcliffe contou onde era a saída em troca de 'vida eterna', ainda bem que ninguém o trucidou né, enfim, eu realmente espero que o Fitz se desculpe, bastante, com a Simmons, nada de se afastar dela ou coisa do tipo, quero vê-lo bem protetivo e arrependido, porque, depois de todo amor existente entre eles, nem mesmo uma migalha de lembrança brotar na mente doentia do Doutor Fitz foi doloroso, eu entendo que ele sentiu a morte do pai e que ele não sabia que aquilo era não era real, mas dizer que ela matou o pai dele a sangue frio, ela não fez isso e ele ouviu que não foi ela que começou a briga. De qualquer forma, lá foram as equipes, a do Fitz com sangue no zoio pra matar a Simmons e a da Daisy, desesperada pra deixar aquele inferno pra trás. Enquanto isso o Zephir One no mundo real era atacado pelo Ivanov, visto que agora eles não tinham mais camuflagem, sabe outra coisa que doeu nesse momento? Ver a Elena nervosa pelo Mack, sabendo que dentro do Framework ela nem se quer existe. Agora, coisa boa de ver foi a Ophelia com medo da Simmons, não com medo dela, realmente, mas do que ela poderia fazer, amei isso. Ninguém mexe com minha personagem preferida e fica por isso mesmo. 

Claramente o encontro entre as equipes, no que deveria ser um parque de diversões - o que seria bem legal e nerd né, tipo, eles entrando em uma montanha russa e atravessando um portal para outro mundo - mas é uma siderúrgica quase mal assombrada cujo portal está dentro de um taxo de ferro derretido, não seria boa, mas olha, conseguiram se superar, demoraram um pouquinho, mas eu gostei da demora, já que é pra sofrer de angustia, que façam direito, e isso eles fizeram. Começando pelo Mack, que ao ser protegido da verdade, nem mesmo sabia o que fazia ali, então, ficou bem puto ao saber que o levaram para uma missão sem sentido para buscar outro mundo e deixaram a filha dele sozinha. Em seguida, com a Hydra chegando atirando em tudo e em todos, ao menos a Daisy e a Simmons chegaram a conclusão do que poderia ter acontecido com a saída e a Daisy tremeu o ferro derretido achando o portal. Então, quando pensamos que tudo vai ficar bem, o Coulson sai sem proteção, meio hipnotizado e pela saída e... leva dois tiros no peito. Quase que meu coração sai pela boca, que desespero esse dejavu, mesmo com a May e o Mack abatendo os carinhas da Hydra e o Coulson fazendo piada com aquilo ser estranhamente familiar, foi um dejavu tenso, quebrado pelo momento fofo entre a May e o Coulson, onde ele pede pra ela o seguir, como bem sabem, não shippo Philinda, mas a cena foi tão fofa.

Fico imaginando como deve ser louco descobrir que se está preso em uma realidade virtual, os efeitos foram ótimos e o momento só melhorou ao vermos o Coulson acordando e pedindo pra May pular, coisa mais linda ele pegando ela no colo pra ajudá-la a sair da maquina, amo a amizade deles, queria que não passasse disso, mas né, o importante é eles terem deixado o Framework e o Coulson partir pra decapitar a Aida com uma pinça. Enquanto isso, na sala ao lado, com um tipo de magia muito tensa, a Aida ganhava um corpo humano. No Framework, exatamente quando a Simmons se preparava pra pular, o querido Fitz aparece e, nesse momento, nem fui boba de esperar algo bonitinho entre eles, afinal ele já chegou com uma arma apontada pra cabeça dela e dizendo pra não chamá-lo de Fitz. Tadinha, toda esperançosa, não me entra na cabeça como ele mudou, agora, amei como ela não se rebaixou a ele, eu esperava um tapa na cara, mas o Fitz estava armado, então né.. tivemos o gosto de vê-la jogar na cara dele umas verdades, amei ela dizendo: "O nome daquela coisa é Aida", e gente, que ranço que eu tô pegando pelo Fitz, maldito, mandando a Simmons se ajoelhar, adorei ela dizendo não, claro que ele atirou nele depois e eu esperei ele acordar, mas ele não acordou e ainda disse que ela não era nada pra ele, ele realmente iria dar um tiro na cabeça dela, não fosse o Radcliffe reagir e dar uma coronhada na cabeça dele, o Fitz realmente iria matar a Simmons, não sei se vou conseguir esquecer isso tão rápido. E olha, me deu dó do Radcliffe depois dele jogar o Fitz no portal, bem no fundo, as intenções dele eram boas, e a forma como ele olhou pra Simmons, se desculpando, fiquei com pena, só respirei aliavida ao vê-la acordando no Zephir, mesmo que o mesmo estivesse sob ataque.

Assim, sobram apenas Daisy e Mack pra pular e, como já era esperado, ele se recusou a partir e deixar sua garotinha pra trás. Isso não foi chocante, foi triste, mas foi natural, é isso que um verdadeiro pai faz por um filho, só tornou tudo mais triste, mas foi bonito. Não sou fã do Mack, sempre o achei chato, mas até gostava desse do Framework, então é, chorei com a despedida, cortou meu coração ouvi-lo dizer que a Hope era real pra ele e a Daisy chorando e dizendo que não queria perdê-lo. Que susto quando o Zephir foi atacado de novo e o corpo da Daisy caiu e ela não tinha pulado, quase ri quando ela acordou, essa sequencia final quase me fez ter um treco, sem contar que deu maior pena da Elena quando a Daisy pediu desculpas pelo Mack. Agora, vamos ao Fitz, venho exagerando contra ele, admito, mas por hora ainda estou com raiva pelo que ele fez pra Simmons. Foi angustiante vê-lo acordando e achando que era uma pessoa má, eu estava com pena, quase com vontade abraça-lo, então a Aida, a real Aida, com corpo humano e tudo, aparece o chamando de Leopold e ele vai em direção a ela, com aquela expressão nula e a chamando de Ophelia e, para piorar, se manteve na frente dela, propositalmente, evitando que a May atirasse nela. Por favor Fitz, não seja esse garoto estúpido, não no mundo real, que ai fica difícil não pegar ranço por você.

Enfim, o ponto mais assustador, mais chocante, Aida/Ophelia, além de ter construido um corpo humano pra si mesma, já chegou formada em Hogwarts, porque aquilo que ela fez ao agarrar o Fitz e desaparecer foi sim uma desaparatação. Eu peguei a referencia e achei assustador, só falta agora a praga fazer Horcux. E, por fim, aquele final comovente com o Mack retornando a base e a Hope dormindo no colo do Trip, ele explicando que, como no Mágico de Oz, a equipe voltou pro Cansas e ela perguntando se eles iriam também. Ahhhh!! Por favor, se é pro Mack deixar a serie, que tragam a Hope pro mundo real e ele deixe a S.H.I.E.L.D. pra ser pai, aparecendo em uma citação ou outra, não o deixem morrer!! Antes de terminarmos, uma coisinha que me incomodou, esse povo todo é treinado pra situações perigosas, então, por que a Daisy não mentiu pro Mack, seria terrível acordar e saber que a Hope não é real, mas ela o salvaria, né? Então, por que ela não mentiu? Outra coisa, essa menos seria, por que a May não atirou na bunda do Fitz, assim ele caia e eles poderiam matar a Aida, perderia a graça, mas eles se livrariam da agora não robô psicótica. Por hoje é isso pessoal, dividam com a gente suas teorias e pensamentos o que vêm por ai e mantenham-se prontos para o final da temporada. Não esqueçam de torcer pela renovação. Até mais *-*

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